Duro de Matar 4.0: de volta aos bons tempos

Duro de Matar 4.0

Era uma vez um policial durão, cheio de tiradas irreverentes (nos momentos mais improváveis) chamado John McClanne que, nos anos 80, revolucionou o gênero de ação num filme de tirar o fôlego e transformou Bruce Willis (O Sexto Sentido) num dos maiores astros de hollywood. Quase vinte anos depois, ele está de volta. E o melhor: em grande estilo.

Todos os ingredientes que fizeram da série um grande sucesso estão presentes nesta quarta aventura do policial que vale por um esquadrão: as cenas de ação estão ainda mais espetaculares (e inverossímeis), o vilão continua querendo (apenas) dinheiro e Jonh McClane continua impossível (com direito a clássica "Yippee Ki Yay").
E a trama? Primeiro foi um edifício, depois um aeroporto e, por último, a cidade de Nova York. O que mais faltava ser atacado pelos terroristas da série? Dessa vez o país inteiro é tomado de refém. Baseado num artigo da revista Wired, o longa traz a série para o novo milênio inserindo terroristas virtuais que passam a controlar toda a infra-estrutura básica dos Estados Unidos (transportes, comunicações e energia) via computadores. A única pessoa capaz de impedí-los é um hacker chamado Matt Foster (Justin Long) que é prontamente perseguido pelos terroristas. Eles só não sabiam que o rapaz estaria sob a custódia do persistente detetive John McClane. Começa, então, um jogo de gato e rato (onde gato e rato se confundem) em meio as cenas de ação mais espetaculares da saga.

Com uma história simples (apesar do plano mirabolante e improvávell), um roteiro bem amarrado e sequências de tirar o fôlego, Duro de Matar 4.0 é diversão garantida como nos velhos tempos. É bem verdade que tanto o ator quanto o personagem já começam a mostrar sinais de cansaço, mas isso acrescenta maior dramaticidade à película (como no urgente 16 Quadras).

 

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