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	<title>Olhar Leigo &#187; carrossel</title>
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	<description>A visão aguçada do Leigo em Cinema e TV</description>
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<title>Olhar Leigo</title>
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		<title>Chico Xavier: em time que está ganhando&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Daniel Filho pode ser considerado por muitos um diretor formulaico. Isso, talvez, graças a sua experiência com a TV, onde a necessidade de se atingir um público amplo é imperativa. Acontece que o cineasta sabe condensar as qualidades do formato novelístico num filme de &#8220;curta&#8221; duração de maneira  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/chicoxavier.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/chicoxavier-300x164.jpg" alt="" title="chicoxavier" width="300" height="164" class="alignleft size-medium wp-image-3134" /></a><strong>Daniel Filho</strong> pode ser considerado por muitos um diretor formulaico. Isso, talvez, graças a sua experiência com a TV, onde a necessidade de se atingir um público amplo é imperativa. Acontece que o cineasta sabe condensar as qualidades do formato novelístico num filme de &#8220;curta&#8221; duração de maneira adequada e convincente.<br />
<span id="more-3096"></span><br />
O roteiro, assinado por <strong>Marcos Bernstein</strong>, acompanha a vida de Chico desde sua infância &#8211; quando já se comunicava com alguns espíritos e em virtude disso era ridicularizado pelas crianças e &#8220;repreendido&#8221; pelos adultos &#8211; até sua vida adulta &#8211; quando começou a psicografar e ajudou a fundar o centro espírita Luiz Gonzaga. Nesse meio tempo, somos apresentados ao espírito André Luiz, a quem é atribuido a autoria do livro <em>Nosso Lar</em>.</p>
<p>A obra de <strong>Daniel Filho</strong> não é inovadora sob nenhum aspecto. O tema do espiritismo já foi abordado em novelas e filmar biografia de pessoas famosas que muito sofreram também já foi retratado no cinema nacional, vide <em>Os Filhos de Francisco</em>. Aliás, <em>Chico Xavier</em> possui grande semelhança com o longa de <strong>Breno Silveira</strong>. Da fotografia à direção de arte, as duas produções se assemelham bastante. Sem falar que <strong>Ângelo Antônio</strong> entrega uma bela atuação nos dois filmes. Diferente de <strong>Pedro Paulo Rangel</strong> que mais uma vez repete a mesma interpretação de todos os seus personagens, dos trejeitos à fala.</p>
<p>Com uma excelente caracterização de <strong>Nelson Xavier</strong> e uma direção consciente, <em>Chico Xavier</em> diverte e emociona sem apelar. Não é à toa que seis das dez maiores bilheterias da &#8220;retomada&#8221; têm o dedo de <strong>Daniel Filho</strong>, que, exímio conhecedor do público brasileiro, entrega mais uma obra, ainda que formulaica, eficiente em sua proposta.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Chico Xavier (Chico Xavier, 2010)&nbsp;<a href="http://www.chicoxavierofilme.com.br/site/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1234559/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Daniel Filho<br />
Com: Nelson Xavier, Ângelo Antônio, Matheus Costa, Tony Ramos, Christiane Torloni, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Luís Melo, Pedro Paulo Rangel, Giovanna Antonelli, André Dias, Paulo Goulart, Cássia Kiss, Cássio Gabus Mendes</p>
<div style="display: none;">[<a href="http://www.chicoxavierofilme.com.br/site/">site oficial</a>] [<a href="http://www.imdb.com/title/tt1234559/">imdb</a>]</div>
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		<title>O Último Mestre do Ar: indeciso e ineficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 03:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos críticos insistem em dizer que o único filme de Shyamalan digno de nota é o inquestionável O Sexto Sentido. Eu, por outro lado, discordo e, com exceção do fraco Fim dos Tempos (e seus dois trabalhos anteriores a O Sexto Sentido, que não assisti), gosto de todos os trabalhos do diretor. Curti  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/lastairbender.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/lastairbender-300x164.jpg" alt="" title="lastairbender" width="300" height="164" class="alignleft size-medium wp-image-3129" /></a>Muitos críticos insistem em dizer que o único filme de <strong>Shyamalan</strong> digno de nota é o inquestionável O<em> Sexto Sentido</em>. Eu, por outro lado, discordo e, com exceção do fraco <em>Fim dos Tempos</em> (e seus dois trabalhos anteriores a <em>O Sexto Sentido</em>, que não assisti), gosto de todos os trabalhos do diretor. Curti sua visão “realista” de um super herói amargurado no tenso<em> Corpo Fechado</em>, grudei na cadeira com o claustrofóbico <em>Sinais</em>, adorei ser enganado em <em>A Vila</em> e viagei com seu conto de fadas sombrio <em>A Dama na Água</em>. Depois de assistir <em>O Último Mestre do Ar</em>, a pergunta que fica é: onde foi parar aquele diretor autoral que sempre me impressionou?<br />
<span id="more-3120"></span><br />
Adaptação do anime <em>Avatar</em> (exibido pela <strong>Nickelodeon</strong> e que teve seu título mudado nas telonas graças ao blockbuster de <strong>James Cameron</strong>), o filme narra os fatos ocorridos na primeira temporada do programa. Basicamente, de acordo com o mundo fantástico do anime, algumas pessoas possuem habilidades especiais de controlar (na verdade eles falam “dobrar”) um dos quatro elementos existentes: ar, água, terra e fogo. No entanto, de tempos em tempos nasce uma pessoa que, para manter o equilíbrio, é capaz de dobrar os quatro elementos. Essa pessoa é conhecida como o Avatar.</p>
<p>Acontece que faz um século que o Avatar não aparece e a nação do Fogo iniciou uma guerra com o objetivo de dominar as outras tribos (do ar, água e terra). Eis que dois irmãos da tribo da água, Katara (uma dobradora) e Sokka, encontram um garoto chamado Aang &#8211; um dobrador de ar que estava congelado &#8211; e descobrem que ele é a encarnação do Avatar que havia sumido nos últimos cem anos. Para ajudá-lo a salvar o mundo e restaurar o equilíbrio na Terra, Katara e Sokka acompanharão Aang em sua jornada.</p>
<p>Para início de conversa, basta saber que <strong>Shyamalan</strong> pegou basicamente todo o espírito do anime cheio de otimismo e bom humor e jogou na lata de lixo. O filme tem um tom sério e sombrio que poderia remeter à eficiente franquia do bruxo <a href="http://olharleigo.com/reviews/24">Harry Potter</a>. O problema é que o roteiro e os diálogos são muito rasos e infantis. Parece que o diretor não se decide qual público atingir e o resultado é uma mistura indecisa e ineficiente de gêneros. Ineficiente porque a película não funciona em nenhum dos gêneros que tenta adotar.</p>
<p>As cenas de exposição são patéticas e pra lá de forçadas. Em um dado momento, o príncipe Zuko – membro da nação de fogo que está no encalço do Avatar para capturá-lo e provar seu valor ao seu pai – chama um garoto do nada e, basicamente, pede para ele explicar o motivo de sua obsessiva caçada.</p>
<p>Não bastassem os vários problemas de roteiro, as cenas de ação nunca chegam a empolgar e as lutas/batalhas, apesar de bonitas e com belos e bem executados efeitos visuais, não entusiasmam e lembram as batalhas por turnos de jogos de RPG onde cada combatente deve esperar a sua vez para desferir um golpe.</p>
<p>Outro problema grave reside nos personagens que são mal desenvolvidos e com as fracas atuações não cativam o expectador, fazendo com que não nos importemos com seus destinos. Destaque (negativo) para o príncipe Zuko de <strong>Dev Patel</strong> (<em><a href="http://olharleigo.com/reviews/942">Quem quer Ser Um Milionário?</a></em>) que não podia ser mais canastrão. Isso sem falar no relacionamento entre eles: diferente do anime, não há uma explicação para o apego de Katara e Sokka com Anng, que diferente da versão sempre alegre do anime, aqui aparece sempre em conflito e com zero de carisma.</p>
<p>É importante destacar, no entanto, as belas coreografias usadas para dobrar os elementos &#8211; principalmente as executadas por Anng. Também acredito que O Último Mestre do Ar será lembrado na festa do Oscar por seus efeitos visuais que, conforme citei, são muito bem executados.</p>
<p>É uma pena que um anime de tanto sucesso tenha sido adaptado de forma tão pífia. Com poucas qualidades e vários defeitos, fica a sensação de que bastava Shyamalan manter o espírito da obra original ao invés de tentar inserir sua visão sombria que resultou num produto ineficiente e descartável.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010)&nbsp;<a href="http://www.thelastairbendermovie.com/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt0938283/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: M. Night Shyamalan<br />
Com: Noah Ringer, Dev Patel, Nicola Peltz, Jackson Rathbone, Shaun Toub, Aasif Mandvi, Cliff Curtis, Seychelle Gabriel</p>
<div style="display: none;">[<a href="http://www.thelastairbendermovie.com/">site oficial</a>] [<a href="http://www.imdb.com/title/tt0938283/">imdb</a>]</div>
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		<title>Aprendiz de Feiticeiro: muito a aprender</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 19:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dirigindo-me ao cinema para a sessão de Aprendiz de Feiticeiro, preparava-me para um filme de aventura com um clima sombrio e pitadas de humor (afinal, estamos falando da Disney) como qualquer filme da franquia Harry Potter. Ao final da projeção, fiquei com a sensação de que o diretor Jon  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/oaprendizdefeiticeiro_08.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3058" style="margin: 5px;" title="oaprendizdefeiticeiro_08" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/oaprendizdefeiticeiro_08-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>Dirigindo-me ao cinema para a sessão de <em>Aprendiz de Feiticeiro</em>, preparava-me para um filme de aventura com um clima sombrio e pitadas de humor (afinal, estamos falando da <strong>Disney</strong>) como qualquer filme da franquia <em>Harry Potter</em>. Ao final da projeção, fiquei com a sensação de que o diretor <strong>Jon Turteltaub</strong> (<em>A Lenda do Tesouro Perdido</em>) ainda tem muito a aprender sobre a magia do cinema.<br />
<span id="more-3053"></span><br />
Escrito por nada menos que sete roteiristas (<strong>Doug Miro, Carlo Bernard, Matt Lopez, Matt Lopez, Lawrence Konner, Mark Rosenthal, Johann Wolfgang Goethe</strong>), a trama de <em>Aprendiz de Feiticeiro</em> segue a esquemática receita: improvável herói (<strong>Jay Baruchel</strong>) deverá salvar o mundo sob a tutela de mestre ranzinza (<strong>Nicolas Cage</strong>). No meio do caminho aparecerá a sua paixão de infância, seu amigo coadjuvante e outros clichês.</p>
<p>O excesso de roteiristas transparece na tela através dos já citados clichês do gênero e da indecisão de qual tom dar ao filme. Se num dado momento temos a impressão de estar assistindo um típico filme de aventura para toda família, poucos minutos depois mergulhamos num universo mais sombrio, para mais tarde tudo descambar para a comédia pastelão (de longe, os momentos mais constrangedores do filme).</p>
<p>Dentre os inúmeros problemas da produção, um que me incomodou bastante foi o uso da narrativa a serviço dos efeitos especiais. Diferente do que aconteceu no excelente <em>A Origem</em> &#8211; onde os efeitos ajudavam a contar a história &#8211; aqui há uma inversão de valores e os raios de plasma e outras magias do gênero tornam-se o centro das atenções e tudo no roteiro soa como desculpa para exibir os efeitos (que convenhamos, são muito artificiais).</p>
<p>Outro ponto fraco da película diz respeito ao protagonista que, além de paspalhão, não possui carisma algum. Isso sem falar que sua única função é reforçar o estereótipo hollywoodiano de Nerd. Se <strong>Jay Baruchel</strong> não possui carisma, o que dizer do par romântico que ele forma com a bela, porém sem sal, <strong>Teresa Palmer</strong>? Abrindo um parêntese para Becky Barnes ( personagem de <strong>Teresa Palmer</strong>), talvez o problema com ela nem seja culpa da atriz e sim da dupla roteiro + direção. Além de não ter um mínimo de desenvolvimento, a personagem chega ao absurdo de perder seu medo de altura em questão de segundos para minutos depois cumprir uma missão absurda para alguém que sofria de tal fobia.</p>
<p>Com um fiapo de história que mais serve desculpas para os efeitos &#8220;especiais&#8221;, atores sem carisma (preciso ver <em>Vício Frenético</em> e verificar se, como estão dizendo, <strong>Cage</strong> realmente entrega uma atuação digna de sua capacidade) e uma fraca direção, <em>Aprendiz de Feiticeiro</em> é um filme fadado ao esquecimento que divertirá apenas o público infantil. Ou não. Afinal de contas, depois de assistir os filmes da <strong>Pixar</strong>, a criançada pode ter ficado mais exigente.</p>
<p><em>Em tempo: há uma cena minúscula após os créditos que não acrescenta nada, mas&#8230;</em></p>
<p><strong class="rating">Leigômetro</strong>&nbsp;&#9733;&#9734;&#9734;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong>Título original: The Sorcerer&#8217;s Apprentice, </strong>EUA</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2010</li>
<li><strong>Direção: </strong>JON TURTELTAUB</li>
<li><strong>Elenco: </strong>NICOLAS CAGE, JAY BARUCHEL, ALFRED MOLINA, TERESA PALMER, TOBY KEBBELL, MONICA BELLUCCI, OMAR BENSON MILLER, ALICE KRIGE</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://disney.go.com/disneypictures/sorcerersapprentice/#home" target="_blank">SORCERER&#8217;S APPRENTICE (em inglês)</a></li>
<li><a href="http://inceptionmovie.warnerbros.com/" target="_blank"></a><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0963966/">http://www.imdb.com/title/tt0963966/</a></li>
</ul>
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		<title>A Origem: uma idéia quase perfeita</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/2968</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 21:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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Christopher Nolan é um cineasta com uma filmografia invejável. É dele o  impecável Amnésia, o perturbador Insônia, o belo O Grande Truque e, como se não bastasse, ele ressuscitou de forma magistral o Homem-Morcego com os excelentes Batman Begins e o Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas. Em A Origem, o  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/inception_09.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2970" title="inception_09" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/inception_09-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a><strong> </strong></p>
<p><strong>Christopher Nolan</strong> é um cineasta com uma filmografia invejável. É dele o  impecável <em>Amnésia</em>, o perturbador <em>Insônia</em>, o belo<em> O Grande Truque</em> e, como se não bastasse, ele ressuscitou de forma magistral o Homem-Morcego com os excelentes <em>Batman Begins</em> e o <em><a href="http://olharleigo.com/reviews/39" target="_self">Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</a></em>. Em <em>A Origem</em>, o cineasta mais uma vez acerta a mão e apresenta uma idéia genial com conceitos mirabolantes que, por pouco, não resultaram num longa perfeito.<br />
<span id="more-2968"></span><br />
A trama (evitando spoiler) é basicamente a mesma apresentada em qualquer filme do gênero &#8220;assaltos mirabolantes&#8221;. O pulo do gato está no ambiente onde o crime é realizado: saem os bancos/cassinos e entra o misterioso mundo da mente humana. Os personagens realizam &#8220;roubos&#8221; de informações de suas vítimas invadindo seus sonhos. Escrito inteligentemente pelo próprio <strong>Nolan</strong>, a história mostra Cobb (<strong>DiCaprio</strong>), o mais habilidoso ladrão de informações da mente, em seu último e mais difícil trabalho: ao invés de extrair, Cobb e sua equipe precisam inserir uma informação (na verdade, uma idéia) na mente de um importante empresário.</p>
<p><em>A Origem</em> é uma bela mistura de<em> Matrix</em> e<em> Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</em> com pitadas de <em>Onze Homens e Um Segredo </em>e <em>Vanilla Sky</em>. Apesar das inúmeras referências, o cineasta acrescenta conceitos geniais relacionados a sonhos e subconsciente ao roteiro que dão um caráter único à sua obra. Não só os conceitos, mas a representação visual escolhida pelo diretor para ilustrá-los impressionam e caracterizam de maneira positiva o longa. Importante ressaltar que os efeitos visuais/especiais são um belo exemplo de tecnologia a serviço a narrativa: sem exageros e ao mesmo tempo fantásticos. No entanto, por se tratar de uma ficção científica, algumas inconsistências (científicas) acabam incomodando um pouco (destaque para a cena do elevador).</p>
<p>Como em todo longa envolvendo golpes super elaborados, o plano vai sendo apresentado aos poucos com os personagens explicando como funciona a tecnologia (e o próprio mundo) dos sonhos. É nesse quesito que reside a maior força da obra, onde até as cenas de ação hollywoodianas (dos tiroteios às cenas de perseguição) tem uma explicação onírico-científica plausível.</p>
<p>Infelizmente, o filme não é perfeito. Um dos problemas da película está em não se passar apenas nos sonhos. Explico. Enquanto as idéias apresentadas no nível dos sonhos são sempre inteligentes e instigantes, as motivações de toda a trama que se passam no &#8220;mundo real&#8221; acabam soando subjetivas e até superficiais. Além disso, uma sequência passada na neve &#8211; talvez por sua edição, não complexa, mas um tanto confusa &#8211; acaba destoando do restante da projeção. Sem falar da solução (não o final do filme) que se apresenta de maneira abrupta dando a idéia de que faltou alguma coisa.</p>
<p><strong>DiCaprio</strong> se mostrando, a cada trabalho, um ator bastante competente, nos mostra uma atuação convincente e segura principalmente nos momentos dramáticos. Entre seus parceiros, destaco <strong>Joseph Gordon Levitt</strong> e confesso ter me decepcionado com<strong> Ellen Page</strong> (excelente em Juno e no tenso MeninaMá.com), apresentada apenas como a novata que serve como ponto de referência para o espectador. Os conceitos mais intricados da trama são quase sempre explicados para a sua personagem.</p>
<p>Extremamente bem dirigido, em tempo de ficções repletas de efeitos especiais e pouco conteúdo, <em>A Origem</em> é uma bela surpresa que faz pensar, dando margem a interpretações e elucubrações a la <em>Lost</em>. É uma pena que alguns detalhes (ainda que pequenos) me impeçam de dar uma nota maior, mas, pelas idéias geniais e inovadoras e o final elegante e bastante coerente que respeita a inteligência e liberdade do espectador, <strong>Nolan</strong> merece aplausos.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Título original: Inception, </span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">EUA</span></li>
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano:</span></strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;"> </span><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">2010</span></li>
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Direção: </span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">CHRISTOPHER NOLAN</span></li>
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN-US">Elenco: </span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-language: PT-BR;" lang="EN-US">LEONARDO DICAPRIO,      JOSEPH GORDON-LEVITT, ELLEN PAGE, TOM HARDY, KEN WATANABE, DILEEP RAO,      CILLIAN MURPHY, TOM BERENGER, MARION COTILLARD, PETE POSTLETHWAITE,      MICHAEL CAINE, LUKAS HAAS</span></li>
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Site oficial: </span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt; color: blue;"><a href="http://inceptionmovie.warnerbros.com/" target="_blank">INCEPTION (em inglês)</a></span></span></li>
<li class="MsoNormal" style="color: black; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: 14.25pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt; color: blue;"><a href="http://inceptionmovie.warnerbros.com/" target="_blank"></a></span></span><strong><span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 115%; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; color: black; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">imdb: </span></strong><span style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: &amp;amp;quot; color: black; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><a href="http://www.imdb.com/title/tt1375666/" target="_blank"><span style="mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 115%; color: blue;">http://www.imdb.com/title/tt1375666/</span></a></span></li>
</ul>
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		<title>Gattaca &#8211; Experiência Genética</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 18:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 1997, Gattaca é um daqueles filmes que fala sobre um futuro que nós não temos certeza se é tão distante assim. São personagens principais aqui a engenharia genética, a ética, o sonho e o amor, ah, o amor.

Numa época em que os homens são segmentados pela melhor escolha genética feita pelos pais,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 1997, Gattaca é um daqueles filmes que fala sobre um futuro que nós não temos certeza se é tão distante assim. São personagens principais aqui a engenharia genética, a ética, o sonho e o amor, ah, o amor.<br />
<span id="more-2973"></span><br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-2976" title="Gattaca" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/08/gattaca-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" />Numa época em que os homens são segmentados pela melhor escolha genética feita pelos pais, Vincent Freeman, nascido &#8220;ao acaso&#8221;, tenta superar os preconceitos contra seu DNA inferior e executar um trabalho que só é destinado aos que têm os melhores genes: ir ao espaço.</p>
<p>Escrito e dirigido por <strong>Andrew Niccol</strong>, que também escreveu <em>O Show de Truman</em> e <em>O Terminal</em>, Gattaca é uma ficção científica séria, porém também <strong>um thriller intenso</strong>. Desde que um assassinato ocorre na trama e o personagem principal corre riscos, prendemos a respiração a cada momento de perigo.</p>
<p>Quem vive o papel principal é o ótimo <strong>Ethan Hawke</strong>, porém desta vez ele foi apenas regular. Quem rouba a cena é <strong>Jude Law</strong>, que faz o enigmático Jerome Morrow, quem ajuda Vincent na sua empreitada. Law nos convence como um ex-membro da elite da humanidade amargurado e viciado em bebida, nos fazendo muitas vezes duvidar das suas reais intenções.</p>
<p>Nomeado ao Oscar de direção de arte em 1998 pelo competente trabalho em criar um ambiente estéril numa época tecnologicamente muita avançada. Porém um trem chamado Titanic atropelou e arrebatou mais essa estatueta. Ainda vale citar que no Brasil, o filme ganhou o <strong>ridículo subtítulo</strong> de &#8220;Experiência Genética&#8221;. Neste caso não é apenas desnecessário, é realmente errado.</p>
<p>Filme bom, inteligente, para pensar. Nada de desligar o cérebro aqui.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Gattaca (Gattaca &#8211; Experiência Genética, 1997)&nbsp;<a href="http://www.sonypictures.com/homevideo/gattaca/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt0119177/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Andrew Niccol<br />
Com: Ethan Hawke, Jude Law, Uma Thurman, Alan Arkin</p>
<div style="display: none;">[<a href="http://www.sonypictures.com/homevideo/gattaca/">site oficial</a>] [<a href="http://www.imdb.com/title/tt0119177/">imdb</a>]</div>
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		<title>Zona Verde: Jason Bourne vai à guerra</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 01:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Depois do frenético A Supermacia Bourne e do eletrizante O Ultimato Bourne, Matt Damon e Paul Greengrass retomam a parceria num longa que mantém o nível das produções citadas.

Com roteiro de Brian Helgeland (Los Angeles &#8211; Cidade Proibida), baseado no livro A Vida Imperial na Cidade Esmeralda de  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/07/rating_quatroestrelas.gif"></a><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/07/rating_tresestrelas.gif"><img class="size-full wp-image-2925 alignnone" title="rating_tresestrelas" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/07/rating_tresestrelas.gif" alt="" width="59" height="12" /></a><br />
<a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/07/green_zone_3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2901" title="green_zone" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/07/green_zone_3-300x164.jpg" alt="green_zone" width="300" height="164" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Depois do frenético <em>A Supermacia Bourne</em> e do eletrizante <em><a href="http://olharleigo.com/reviews/26" target="_self">O Ultimato Bourne</a></em>, <strong>Matt Damon</strong> e <strong>Paul Greengrass</strong> retomam a parceria num longa que mantém o nível das produções citadas.<span id="more-2899"></span></div>
<p></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Com roteiro de <strong>Brian Helgeland</strong> (<em>Los Angeles &#8211; Cidade Proibida</em>), baseado no livro <em>A Vida Imperial na Cidade Esmeralda</em> de <strong>Rajiv Chandrasekaran</strong>, <em>Zona Verde</em> é tenso, diverte e tem o mérito extra de criticar um fato polêmico da atualidade: a busca dos EUA por armas de destruição em massa em território iraquiano.</div>
<p>
<!--more--></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A trama acompanha o Sargento Miller (<strong>Damon</strong>), líder da equipe responsável por localizar as tais armas. O problema é que, tal qual na vida real, as armas nunca são encontradas e o soldado começa a questionar a fonte das falsas coordenadas. Aos poucos, Miller mergulha numa trama conspiratória envolvendo o alto escalão da CIA e do exército para descobrir os reais motivos que levaram o Tio Sam a entrar em guerra com o Iraque.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Aos que estavam com saudade do espião desmemoriado, <strong>Matt Damon</strong> (provavelmente numa escolha do próprio diretor) praticamente volta a interpretar <strong>Jason Bourne</strong>. Mesmo sem saber exatamente em que está se envolvendo, Miller parece estar sempre preparado para sair de qualquer situação com frieza e raciocínio rápido.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">O diretor volta a usar a câmera nervosa na mão o que dá um tom de urgência e realidade à película. Basicamente o mesmo estilo utilizado nos longas do espião. Talvez para diferenciar um pouco da trilogia Bourne, sai a luta plástica e entra um pouco mais da luta de rua usada por<strong> Daniel Craig</strong> no excelente <em>Cassino Royale</em>.</div>
<p></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Divertindo e fazendo uma crítica contundente às manobras do governo Bush (que aparece em um dado momento do filme) <em>Zona Verde</em> é, como diria o talentoso <strong>Fernando Meireles</strong>, um filme de &#8220;<em>entretenimento inteligente</em>&#8220;.</div>
<p></p>
<ul>
<li><strong>Título original: Green Zone, </strong>EUA</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2010</li>
<li><strong>Direção: </strong>PAUL GREENGRASS</li>
<li><strong>Elenco: </strong>BRENDA GLEESON, GREG KINNEAR, JASON ISAACS, MATT DAMON</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://www.greenzonemovie.com/" target="_blank">GREEN ZONE (em inglês)<br />
</a></li>
<li><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0947810/">http://www.imdb.com/title/tt0947810/</a></li>
</ul>
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		<title>Bastardos Inglórios: genuíno Tarantino</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 03:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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Filme sobre americanos contra nazistas já é algo pra lá de batido. Mas se deixarmos os fatos históricos um pouco de lado e colocarmos Tarantino (Pulp Fiction) na direção, com um Brad Pitt tão inspirado quanto no frenético Snatch, não tem como dar errado, correto? Aqui é onde eu diria,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/10/ingloriousbasterds.jpg"></a><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/10/rating_quatroestrelas.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-2881" title="rating_quatroestrelas" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/10/rating_quatroestrelas.gif" alt="rating_quatroestrelas" width="64" height="12" /></a></p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/10/ingloriousbasterds.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2880" title="ingloriousbasterds" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/10/ingloriousbasterds-300x164.jpg" alt="ingloriousbasterds" width="300" height="164" /></a>Filme sobre americanos contra nazistas já é algo pra lá de batido. Mas se deixarmos os fatos históricos um pouco de lado e colocarmos <strong>Tarantino </strong>(<em>Pulp Fiction</em>) na direção, com um <strong>Brad Pitt</strong> tão inspirado quanto no frenético <em>Snatch</em>, não tem como dar errado, correto? Aqui é onde eu diria, &#8220;errado&#8221;. Mas fala sério: vindo de <strong>Tarantino</strong>, você realmente acha que tinha como dar errado?<br />
<span id="more-2879"></span><br />
<!--more-->O longa acompanha um grupo de soldados judeus doidos para acabar com os nazistas (os Bastardos Inglórios do título), liderados pelo truculento Tenente Aldo Raine (<strong>Brad Pitt</strong>). A idéia do grupo é se infiltrar nas linhas inimigas e tocar o terror nos nazistas. Paralelamente (típico de <strong>Tarantino</strong>), Shosanna Dreyfus, que presencia e sobrevive à execução de sua família pelo sádico coronel nazista Hans Landa (<strong>Christoph Waltz</strong>, roubando a cena sempre que aparece na tela), foge para Paris onde abre um cinema. Um plano para assassinar os líderes nazistas une uma atriz/agente-secreta aos Bastardos numa deliciosa numa comédia de erros que envolverá o coronel Landa e a, agora com sede de vingança, Shosanna.</p>
<p>Ainda que não seja perfeito como<em> Pulp Fiction </em>e <em>Kill Bill</em>, <em>Bastardos </em>é divertidíssimo e contém todos os elementos <em>tarantinescos</em>. Desde os sensacionais diálogos à violência gráfica, passando pela história dividida em capítulos.</p>
<p>A direção de elenco é o ponto alto da produção. Destaque para as caracterizações do coronel Landa (as cenas de interrogatório são de fazer grudar na poltrona do cinema) e do tenente Raine e seu sotaque caipira (tente se conter na cena em que Raine fala italiano). O elenco feminino também dá seu recado com a forte Shosanna e a belíssima e dissimulada atriz Bridget Von Hammersmark. Alguns poderão dizer que os personagens são estereotipados, mas <strong>Tarantino </strong>usa isso a seu favor, pois como não precisa desenvolvê-los, ele se concentra em amarrar e dar ritmo à trama.</p>
<p>Apesar de todas as qualidades, o cineasta comete alguns deslizes. Um deles reside em uma de suas qualidades mais marcantes: a trilha sonora. Não que ela seja ruim, mas em dois momentos ela não casa com a cena. Fica a impressão de que ele queria dar um tom pop à película, mas exagera um pouco. O outro problema fica por conta da exposição desnecessária. Em dado momento, Shosanna encontra o algoz de sua família e o diretor esfrega essa informação na cara do espectador reexibindo a cena da personagem fugindo do &#8220;vilão&#8221;. Parece não confiar na inteligência do público, como se não fossemos  ligar os fatos.</p>
<p>Ainda assim, <em>Bastardos Inglórios</em> é extremamente recomendado. Com belas interpretações e uma trama interessante, recheada de deliciosos diálogos, o novo longa de <strong>Tarantino</strong> não é perfeito, mas passou perto.</p>
<ul>
<li><strong>Título original: Inglorious Basterds, </strong>EUA</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2009</li>
<li><strong>Direção: </strong>QUENTIN TARANTINO</li>
<li><strong>Elenco: </strong>DIANE KRUGER, DANIEL BRÜHL, MIKE MYERS, JULIE DREYFUS, MARTIN WUTTKE, JACKY IDO, TIL SCHWEIGER, MÉLANIE LAURENT, BRAD PITT, SAMUEL L. JACKSON, ELI ROTH, CHRISTOPH WALTZ, B.J. NOVAK</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://www.inglouriousbasterds-movie.com/" target="_blank">BASTARDOS INGLÓRIOS (em inglês)<br />
</a></li>
<li><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0361748/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0361748/</a></li>
</ul>
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		<title>A Mulher Invisível</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 10:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramonvidal</dc:creator>
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Há muito tempo eu não me divertia tanto com uma comédia romântica, talvez por que esse não faça parte de meus gêneros preferidos de filme, mas A Mulher Invisível é mais do que somente uma comédia romantica, é um filme com uma estória muito interessante e que prende a atenção de todo o  tipo de  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/rating_quatroestrelas1.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-2753" title="rating_quatroestrelas1" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/rating_quatroestrelas1.gif" alt="rating_quatroestrelas1" width="64" height="12" /></a></p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/amulherinvisivel3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2754" title="amulherinvisivel3" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/amulherinvisivel3-300x164.jpg" alt="amulherinvisivel3" width="300" height="164" /></a>Há muito tempo eu não me divertia tanto com uma comédia romântica, talvez por que esse não faça parte de meus gêneros preferidos de filme, mas <em>A Mulher Invisível</em> é mais do que somente uma comédia romantica, é um filme com uma estória muito interessante e que prende a atenção de todo o  tipo de público.</p>
<p><span id="more-2744"></span>E <em>A Mulher Invisível</em><strong><em> </em></strong>foi feito para isso: ser um grande filme comercial assistido por muita gente. Desde sua estréia em 5 de junho, ele já foi visto por mais de 1 milhão e meio de pessoas e, ainda hoje, na sua quinta semana, muitos cinemas nacionais ainda o exibem.</p>
<p>O filme conta a história de Pedro (<strong>Selton Mello</strong>), um cara romântico que fica traumatizado (esquizofrênico) com o fim do casamento e passa a imaginar sua nova e perfeita namorada, a Amanda (<strong>Luana Piovani</strong>). A partir daí o filme mostra diversas situações cômicas onde <strong>Selton Mello</strong> (quase um <strong>Jim Carey</strong> em algumas cenas no filme) acredita que realmente está com uma mulher do seu lado.</p>
<p>Muitos reclamam do filme ser previsível e, talvez, para tentar surpreender, o final se torna um pouco arrastado e em vários momentos o filme parece que vai terminar e, na minha opinião, deveria ter terminado mesmo. Algumas vezes o longa apela (sem necessidade) para as curvas seminuas da Luana Piovani &#8211; dá até para ouvir no cinema as namoradas batendo nos respectivos companheiros que, em vão, procuram celulites na atriz (pós edição??). Alguns diálogos e  monólogos ficaram muito teatrais e as cenas em restaurantes, onde todos em volta param de comer para ver o casal discutindo, são muito irreais. Mas, esses defeitos não tiram o brilho do filme. Como disse anteriormente: há muito tempo não me divertia tanto com uma comédia romântica. É realmente garantia de boas risadas num roteiro muito criativo.</p>
<ul>
<li><strong>Título original: A Mulher Invisível, </strong>BRASIL</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2009</li>
<li><strong>Direção: </strong>CLÁUDIO TORRES</li>
<li><strong>Elenco: </strong>SELTON MELLO, LUANA PIOVANI, MARIA MANOELLA, VLADIMIR BRICHTA, FERNANDA TORRES, PAULO BETTI, LÚCIO MAURO</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://wwws.br.warnerbros.com/amulherinvisivel/site/?" target="_blank">A MULHER INVISÍVEL</a></li>
<li><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1236397/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt1236397/</a></li>
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		<title>Apenas o Fim: belíssimo começo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 19:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/rating_cincoestrelas.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-2729" title="rating_cincoestrelas" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/rating_cincoestrelas.gif" alt="rating_cincoestrelas" width="64" height="12" /></a></p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/apenas-o-fim1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2728" title="apenas-o-fim1" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/07/apenas-o-fim1-300x164.jpg" alt="apenas-o-fim1" width="300" height="164" /></a>Foi preciso um estudante de cinema da PUC do Rio de Janeiro com uma idéia na cabeça, uma câmera (emprestada) na mão e um whisky &#8211; o mesmo foi rifado para angariar fundos para a produção do longa -, para dar (perdoem o clichê) um sopro de originalidade ao cinema brasileiro. Depois da &#8220;miséria S.A.&#8221; que havia tomado conta das produções brazukas, já era hora de algo novo e, principalmente, de extrema qualidade.</p>
<p><span id="more-2727"></span>Numa de minhas incursões nerd pela internet, lí, no <a href="http://judao.virgula.uol.com.br/" target="_blank">judão</a>, sobre um filme que estava sendo feito por um leitor do site (caso não saiba, judão é um site bem humorado de cultura pop). Após inúmeros elogios do editor do judão, minha curiosidade começou a aumentar, até que ví o trailer e, para elevar minhas expectativas às alturas, soube que o longa ganhou o prêmio do juri popular no <strong>Festival do Rio 2008</strong>. Como acontece com quase toda produção independente brasileira, o diretor <strong>Matheus Souza</strong> quase viu seu filme ficar fadado ao circuito dos festivais. Felizmente, apesar das raríssimas salas, o longa estreou comercialmente. Depois de ver o resultado na telas, é com grande prazer que afirmo: <em>Apenas o Fim</em> é uma das melhores comédias romanticas que já tive a honra de assistir.</p>
<p>A trama, simples até a medula, mostra um rapaz (<strong>Gregório Duvivier</strong>) chegando na Universidade quando é surpreendido pela namorada (<strong>Erika Mader</strong>, da série <em>Mandrake</em><strong></strong>) dizendo que está indo embora e vai terminar o namoro. Ela então dá duas opções: podem transar até o momento da despedida, ou passear e conversar. Como trata-se de uma comédia romântica, é óbvio que ele escolhe a segunda opção (não sem antes dar uma bela resposta que mostra o tom do filme). A partir daí, acompanhamos o inusitado casal &#8211; ele, um nerd que usa óculos estilo vovô, ela, uma gata descolada e pra lá de complicada &#8211; num último papo enquanto caminham e encontram tipos excêntricos pela Universidade.</p>
<p>É interessante notar as influências do jovem cineasta, dos deliciosos diálogos que remetem ao mestre <strong>Woody Allen</strong> à câmera que acompanha os protagonistas pelo campus e nos lembra <strong>Gus Van Sant</strong> em seu documental <em>Elefante</em>. Sem falar na personagem de <strong>Erika Mader</strong> que parece uma versão lapidada da <em>Juno</em> de <strong>Ellen Page</strong>. Mas é na bela, mas não tão conhecida, dupla <em>Antes do Amanhecer </em>e <em>Antes do Pôr do Sol </em>que <em>Apenas o Fim</em> tem seu parente mais próximo. É impossível não lembrar dos longas do diretor <strong>Richard Linklater</strong> ao acompanhar a conversa do casal.</p>
<p>O roteiro, apesar de simples, é extremamente envolvente e repleto de referências à cultura pop. Os diálogos, cheios de frases de efeito nunca parecem forçados. Os personagens são tão reais, bem escritos e interpretados que nos identificamos com eles desde a primeira cena. Quem nunca teve um término de namoro na época da faculdade? E o pior: quem não quis reverter a trágica e irreverssível situação?</p>
<p>O mais surpreendente é saber que, apesar da competente direção de atores e dos eficientes enquadramentos, essa pérola é apenas a estréia do promissor cineasta de 20 anos, que também roteiriza a produção. Que mais jovens talentosos como <strong>Matheus </strong>surjam e esse seja apenas o começo de uma nova era no cinema brasileiro. Como esse review não tem o mesmo esmero que o filme, paro por aqui com apenas um pedido: ASSISTA, pois eu vou ver de novo.</p>
<p><em>Em tempo: há uma cena adicional após os créditos.</em></p>
<ul>
<li><strong>Título original: Apenas o Fim, </strong>BRASIL</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2009</li>
<li><strong>Direção: </strong>MATHEUS SOUZA</li>
<li><strong>Elenco: </strong>ERIKA MADER, GREGÓRIO DUVIVIER, MARCELO ADNET, NATHALIA DILL, ANNA SOPHIA FLOCH, ÁLAMO FACÓ, JULIA GORMAN</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://apenasofimfilme.com.br/" target="_blank">APENAS O FIM</a></li>
<li><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt1424746/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt1424746/</a></li>
</ul>
<p><em>Saiba mais sobre a produção <a href="http://judao.virgula.uol.com.br/cinema/judao-apresenta-apenas-o-fim-com-erika-mader-e-gregorio-duvivier/" target="_blank">aqui</a> e uma entrevista com o diretor <a href="http://judao.virgula.uol.com.br/cinema/judao-entrevista-matheus-souza-diretor-de-apenas-o-fim/" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Exterminado do Futuro &#8211; A Salvação: triste fim?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 02:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/06/rating_duasestrelas.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-2652" title="rating_duasestrelas" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/06/rating_duasestrelas.gif" alt="rating_duasestrelas" width="59" height="12" /></a></p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/06/terminator-salvation1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2654" title="terminator-salvation1" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2009/06/terminator-salvation1-300x164.jpg" alt="terminator-salvation1" width="300" height="164" /></a>Quando foi anunciado que teríamos um novo capítulo da franquia <em>Exterminador do Futuro</em>, minha primeira reação, graças ao fraco terceiro filme, foi de apreenssão. Para aumentar meus temores, confirmaram o diretor <strong>McG</strong> (<em>As Panteras Detonando</em>) no comando da produção. E como se não bastasse, graças a sua carreira política, meu ídolo brucutu <strong>Arnold Schwarzenegger</strong> não voltaria como o icônico T-800 (ou T-101, se preferir). Deu no que deu.</p>
<p><span id="more-2653"></span>O filme começa com Marcus Wright (<strong>Sam Warthington</strong>) no corredor da morte assinando algum documento proposto por uma personagem misteriosa interpretada por <strong>Helena Bonham Carter</strong>, cuja interpretação caricata só parece ter funcionado bem em <em>Clube da Luta</em> e na animação <em>Noiva Cadáver</em>. No intuito de justificar a ausência do ex-astro <strong>Schwarzenegger</strong>, acertadamente a história se passa no futuro pós-dia-do-jugamento. John Connor (<strong>Christian Bale</strong>, em sua primeira atuação realmente fraca) ainda não é o líder da resistência, mas faz parte dela como um soldado na luta contra as máquinas.</p>
<p>Para uma tentativa de golpe maciço contra as máquinas, os humanos descobrem um dispositivo que pode ajudar na batalha final. Paralelamente a isso, vemos que Wright acordou nesse futuro sem lembrar de nada além do que vimos no início da projeção. Provavelmente não mudaria muita coisa, mas a divulgação do filme já havia relevado o segredo que esse personagem traz e isso prejudica um pouco mais a produção.</p>
<p>O cenário em ruínas até que é interessante e remete ao clássico <em>Mad Max 2</em>. Verificamos que existem focos da resistência no ar, na terra e na água. Temos cenas de ação bem coreografadas, mas sem nenhuma tensão, o que as torna um tanto enfadonhas. O roteiro tem vários furos gritantes e mesmo abusando da exposição (cenas que explicam a trama tin-tim por tin-tim) acaba com buracos bizarros como: por que as máquinas capturam os humanos ao invés de matá-los logo de uma vez?</p>
<p>Sobre o uso da exposição, há uma cena na reta final onde a personagem de <strong>Bonham Carter</strong> mais parece um vilão dos antigos filmes de 007. Até <strong>Bale </strong>parece muito afetado pelo <em><a href="http://olharleigo.com/reviews/39" target="_self">Batman</a> </em>em alguns &#8220;<em>WHO ARE YOU?&#8221; </em>(<em>Quem é você?</em>) e, em certos momentos, cheguei a pensar que o futuro líder da resistência ia gritar: &#8220;<em>I&#8217;m Batman</em>&#8220;. A propósito, não há nenhuma explicação na história para essa tal liderança. Tudo funcionava melhor quando a imaginávamos nos dois longas de <strong>James Cameron</strong>.</p>
<p>Com um roteiro pra lá de furado, uma direção histriônica e atuações pouco carismáticas, de bom resta apenas a origem da cicatriz de John Connor, algumas cenas de ação (principalmente as que envolvem as moto-exterminadores (?)) e um empolgante, mas infeliezmente pequeno, trecho de <em>You Could Be Mine</em>. Isso tudo sem contar que o longa prometia ser de Connor e ele mais parece um coadjuvante, pois o verdadeiro protagonista é o Marcus Wright. É uma pena, mas uma franquia iniciada de forma tão brilhante pode ter tido um triste capítulo final.</p>
<ul>
<li><strong>Título original: Terminator Salvation, </strong>EUA</li>
<li><strong>Ano:</strong> 2009</li>
<li><strong>Direção: </strong>McG (Blargh)</li>
<li><strong>Elenco: </strong>MOON BLOODGOOD, CHRISTIAN BALE, CHRIS BROWNING, HELENA BONHAM CARTER, ANTON YELCHIN, SAM WORTHINGTON</li>
<li><strong>Site oficial: </strong><a href="http://terminatorsalvation.warnerbros.com/" target="_blank">EXTERMINADOR DO FUTURO &#8211; A SALVAÇÃO (Inglês)</a></li>
<li><strong>imdb: </strong><a href="http://www.imdb.com/title/tt0438488/" target="_blank">http://www.imdb.com/title/tt0438488/</a></li>
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