O Último Mestre do Ar: indeciso e ineficiente

Muitos críticos insistem em dizer que o único filme de Shyamalan digno de nota é o inquestionável O Sexto Sentido. Eu, por outro lado, discordo e, com exceção do fraco Fim dos Tempos (e seus dois trabalhos anteriores a O Sexto Sentido, que não assisti), gosto de todos os trabalhos do diretor. Curti sua visão “realista” de um super herói amargurado no tenso Corpo Fechado, grudei na cadeira com o claustrofóbico Sinais, adorei ser enganado em A Vila e viagei com seu conto de fadas sombrio A Dama na Água. Depois de assistir O Último Mestre do Ar, a pergunta que fica é: onde foi parar aquele diretor autoral que sempre me impressionou?
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Aprendiz de Feiticeiro: muito a aprender

Dirigindo-me ao cinema para a sessão de Aprendiz de Feiticeiro, preparava-me para um filme de aventura com um clima sombrio e pitadas de humor (afinal, estamos falando da Disney) como qualquer filme da franquia Harry Potter. Ao final da projeção, fiquei com a sensação de que o diretor Jon Turteltaub (A Lenda do Tesouro Perdido) ainda tem muito a aprender sobre a magia do cinema.
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A Origem: uma idéia quase perfeita

Christopher Nolan é um cineasta com uma filmografia invejável. É dele o  impecável Amnésia, o perturbador Insônia, o belo O Grande Truque e, como se não bastasse, ele ressuscitou de forma magistral o Homem-Morcego com os excelentes Batman Begins e o Batman – O Cavaleiro das Trevas. Em A Origem, o cineasta mais uma vez acerta a mão e apresenta uma idéia genial com conceitos mirabolantes que, por pouco, não resultaram num longa perfeito.
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