Exterminado do Futuro - A Salvação: triste fim?
Quando foi anunciado que teríamos um novo capítulo da franquia Exterminador do Futuro, minha primeira reação, graças ao fraco terceiro filme, foi de apreenssão. Para aumentar meus temores, confirmaram o diretor McG (As Panteras Detonando) no comando da produção. E como se não bastasse, graças a sua carreira política, meu ídolo brucutu Arnold Schwarzenegger não voltaria como o icônico T-800 (ou T-101, se preferir). Deu no que deu.
A Era do Gelo 3: 3D, mas nem precisava
A Dreamworks vinha alardeando que Monstros Vs Alienígenas era o primeiro filme pensado desde sua concepção para a tecnologia 3D. O resultado foi bom, mas o brasileiro Carlos Saldanha volta para a terceira aventura de Manny, Sid e cia numa animação muito mais divertida que a de Ginórmica e sua trupe. E de brinde: com a tecnologia digital 3D.
Velozes e Furiosos 4: mais do mesmo, mas legal
No longínquo ano de 2001, Velozes e Furiosos aportava nos cinemas do mundo inteiro e popularizava a cultura dos carros tunados num filme cheio de pegas insanos com uma dupla de atores carismáticos: Vin Diesel e Paul Walker. Oito anos depois chagamos ao quarto longo da franquia, mas a impressão que se tem é que podemos assistir Velozes e Furiosos 4 sem tomar conhecimento dos dois filmes produzidos nesse meio tempo.
O Casamento de Rachel: simplesmente bom
Já nas primeiras tomadas de O Casamento de Rachel, percebemos que a fotografia será um espetáculo à parte. Câmera trepidante (câmera na mão tem se tornado moda), closes exagerados e ajustes aparentemente deselegantes de enquadramento proporcionam uma sensação de tensão, ansiedade e velocidade, em contraste com os diálogos nada acelerados ou abreviados.
A trama gira em torno de um turbulento fim de semana da família Buchman. A Rachel do título (Rosemarie DeWitt) vai se casar com Sidney (Tunde Adebimpe). Kym (Anne Hathaway), sua irmã, retorna do longo tempo afastada em uma clínica de reabilitação de dependentes de drogas para prestigiar o grande acontecimento. Em meio à toda a expectativa, os primeiros preparativos para a festa e as comemorações propriamente ditas, questões delicadas da família vêm à tona. Ciúmes, superproteção, lembranças… Nesse momento o expectador já está inserido no contexto como se fosse um parente ou amigo da família que foi convidado e assiste tudo de perto.
Se a fotografia é genial, as atuações são magistrais. Destaque para a belíssima Anne Hathaway, que, fugindo de uma interpretação estereotipada, em nada lembra a ingênua secretária de O Diabo Veste Prada e nos apresenta a personagem mais trágica da película. Interessante notar como o título do longa brinca de maneira inteligente com a inversão de papéis protagonista/coadjuvante entre Rachel e Kym. Assista e tire suas conclusões.
Um drama denso, simples e bom! Simples por não ter as pretensões de ser um blockbuster - e realmente não é - e bom porque de fato envolve e emociona!
- Título original: Rachel Getting Married, EUA
- Ano: 2008 EUA, 2009 BRASIL
- Direção: JONATHAN DEMME
- Elenco: BILL IRWIN, ANNE HATHAWAY, ANNA DEAVERE SMITH, ROSEMARIE DEWITT, DEBRA WINGER
- Site oficial: RACHEL GETTING MARRIED (Inglês)
- imdb: http://www.imdb.com/title/tt1084950/
Anjos e Demônios: o código melhorado
16 de May de 2009 por ramonvidal
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Volver: Almodóvar brilhante como sempre
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