A Viagem: deleite visual-narrativo

Tendo o amor e a liberdade como fios condutores de seis narrativas que se passam em épocas diferentes, que vão de 1849 à 2321, os irmãos Wachowsky, com a ajuda do alemão Tom Tykwer, redimem-se do crime cometido em Matrix Reloaded e Matrix Revolutions (Speed Racer, ainda que visualmente belo, não é mais que um passatempo) e criam mais uma deliciosa e cativante obra cinematográfica repleta de rimas visuais e narrativas.

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Oz: Mágico e Poderoso

Quando o ilusionista Oscar Diggs tenta fugir no seu balão de mais uma confusão que arranjou, uma tempestade acaba levando-o para a Terra de Oz. Chegando lá, confundido com o mágico de uma profecia, acaba por liderar o povo de Oz numa batalha contra as bruxas más. Continuar lendo

Os Miseráveis: a ópera encontra o cinema

A nova versão de Os Miseráveis é musical até a medula. Quase tudo é cantado, inclusive a maior parte dos diálogos. Para quem não gosta do gênero, pode ser uma tortura assistí-lo. Para os amantes, por outro lado, o novo trabalho de Tom Hooper, apesar de alguns delizes, é uma ópera cinematográfica.

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Amor

Um casal de idosos, Georges e Anne, leva uma vida tranquila, até que um dia a esposa sofre um derrame. As dificuldades que eles passam fazem com que encarem grandes mudanças na rotina e reafirmem o seu amor. Continuar lendo

O Som ao Redor

Em O Som ao Redor, a tela do cinema funciona mais do que nunca como um espelho. Um espelho côncavo, apontado especialmente para a classe média, que, de tanto aumentar a imagem, pode passar a refletir o que não esperávamos. Continuar lendo

Lincoln

O longa retrata parte da vida de Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos, durante um dos períodos mais importantes e conturbados da sua história, a Guerra Civil Americana, e sua cruzada para abolir a escravidão no país. Continuar lendo