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	<title>Olhar Leigo</title>
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	<description>A visão aguçada do Leigo em Cinema e TV</description>
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<title>Olhar Leigo</title>
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		<title>Sherlock: a série da BBC</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-and-watson-bbc-2010.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-and-watson-bbc-2010-300x210.jpg" alt="" title="sherlock-and-watson-bbc-2010" width="300" height="210" class="alignleft size-medium wp-image-3849" /></a>Recentemente, após assistir e escrever sobre <a href="http://olharleigo.com/reviews/3775"><em>Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras</em></a>, acabei lendo sobre uma série televisiva produzida pela BBC de Londres que também buscava uma revitalização nas aventuras do detetive mais famoso da literatura. Depois de ver tantos elogios sobre a produção, resolvi conferir o episódio piloto para dar um parecer embasado sobre a obra. Depois de protelar um pouco, assisti o piloto e tenho que fazer coro com os apreciadores do programa: a produção é excelente!<span id="more-3848"></span></p>
<p>Uma das críticas feitas pelos fãs mais xiitas do personagem em relação aos longas de Guy Ritchie, diz respeito a visão mais &#8220;esportista&#8221; do herói. Ainda que o Sherlock de <strong>Robert Downey Jr</strong> seja dono de uma inteligência praticamente sobre-humana, o diretor foca bastante na ação e não raro o vemos desferindo porrada em boa parte da película. Particularmente, acho legal a revitalização, mas convenhamos, Holmes é conhecido por sua inteligência. E nos longas isso é demonstrado de maneira tão veloz (consequência da opção por um filme de ação) que não conseguimos acompanhar o raciocínio do herói.</p>
<p>Dito isso, <em>Sherlock</em> é, em sua essência, muito mais fiel ao texto original de Sir Arthur Conan Doyle. Digo em essência porque a série opta por uma mudança radical no tempo em que a trama se passa: ao invés da Inglaterra vitoriana, o detetive é colocado na Londres atual, com smartphones, internet, etc&#8230; Alguns detalhes foram alterados (como o cachimbo que é substituído por adesivos de nicotina), mas a essência dos personagens estão intactas. Desde a relutância de Watson a entrar nas investigações de Holmes, ao famoso endereço na Baker Street. E o principal: o poder de dedução do astuto investigador continua impecavelmente cativante. Como o foco da série é justamente nesse ponto, o ritmo é mais cadenciado e é divertido acompanhar o processo de investigação e tentar se antecipar ao herói na solução do caso. O formato do programa e a forma como o personagem é retratado, parece uma mistura de <em>CSI</em> com doses de <em>Dr. House</em>. Isso é engraçado, uma vez que o médico mais ranzinza (e genial) da tv foi inspirado justamente na obra de Conan Doyle.</p>
<p>Os atores escolhidos para os papéis principais são carismáticos e fazem um excelente trabalho na caracterização da dupla. <strong>Benedict Cumberbatch</strong> como Sherlock e <strong>Martin Freeman</strong> (o Arthur Dent de <em>O Guia do Mochileiro das Galáxias</em> e que fará Frodo em <em>O Hobbit</em>) possuem uma química interessante. Holmes sempre brilhante e numa auto-confiança que beira a arrogância, enquanto o doutor (sim, Watson também é um médico nessa nova versão), impressionado com a perspicácia do detetive, mostra-se sempre mais comedido e um tanto inseguro servindo de contraponto ao impulsivo herói e dando equilíbrio ao relacionamento.</p>
<p>Ainda preciso ver os outros episódios para confirmar a qualidade da série (foram produzidas duas temporadas com 3 episódios de 90 minutos cada e já tem uma terceira temporada garantida), mas se o que ví no piloto for apenas a ponta do iceberg, posso garantir que, com um ritmo mais cadenciado, boas interpretações e focando na solução dos enígmas/crimes ao invés da ação frenética, Sherlock é bem superior aos dois longas Hollywoodianos e um programa mais do que recomendado.</p>
<p>Confira abaixo um trailer da produção.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cSQq_bC5kIw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Sherlock (2010)<br />
Criadores: Mark Gatiss, Steven Moffat<br />
Com: Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Una Stubbs, Rupert Graves</p>
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		<title>2 Coelhos: uma bela colagem de referências pop</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3839</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2 coelhos, filme de estréia de Fernando Poyart, é a produção mais pop da história do cinema brasileiro. Cheio de referências à cultura nerd, o longa se beneficia de uma roupagem moderna pouco vista no cinema brazuka. Curiosamente, é exatamente esse excesso de referências que impede a produção de se  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos.jpeg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos-300x181.jpg" alt="" title="2-coelhos" width="300" height="181" class="alignleft size-medium wp-image-3845" /></a>2 coelhos, filme de estréia de Fernando Poyart, é a produção mais pop da história do cinema brasileiro. Cheio de referências à cultura nerd, o longa se beneficia de uma roupagem moderna pouco vista no cinema brazuka. Curiosamente, é exatamente esse excesso de referências que impede a produção de se tornar uma obra prima.</p>
<p><span id="more-3839"></span></p>
<p>A trama acompanha Edgar (Fernando Alves Pinto), um típico brasileiro que vive espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a corrupção presente no poder público. Cansado de ser vítima desta situação, ele bola um plano para conseguir 2 milhões de dólares dessas duas alas podres da sociedade. Na medida que seu plano é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história.</p>
<p>Roteirizado pelo próprio Poyart, <em>2 Coelhos</em>, prende nossa atenção até o último minuto da projeção com várias revelações que vão sendo liberadas em doses homeopáticas. Com diálogos divertidíssimos e repletos de referências a internet, filmes e videogames, o texto abusa de uma linguagem moderna e bastante contextualizada (em um dado momento, um personagem empresta o celular com a ressalva &#8220;<em>Fala rápido que estou com pouco crédito.</em>&#8220;) que agradará principalmente a chamada &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geração_Y" target="_blank">geração y</a>&#8220;, que com certeza irá se identificar com o universo retratado. Sempre alternando de maneira coesa entre presente e passado, a trama é instigante e repleta de reviravoltas. O cineasta introduz os personagens quase que como se montasse uma partida de xadrez. Pouco a pouco as histórias vão se entrelaçando e o quebra-cabeça vai sendo desvendado de maneira bastante inteligente. </p>
<p>O elenco não apresenta nada de excepcional, mas entrega um trabalho bastante competente. Destaque para Fernando Alves Pinto que encontrou o tom certo para o personagem principal &#8211; um herói imperfeito e humano &#8211; e Marat Descarts que, evitando a histeria habitual dos bandidos no cinema, interpreta um vilão imprevisivelmente perigoso. O diretor acerta também na escolha do elenco de apoio, que se sai bem nas sequências de ação e ainda é responsável pelas, sempre eficientes, cenas de alívio cômico (destaque para a cena da espada na favela).</p>
<p>Com efeitos poucas vezes vistos no cinema nacional (eu confesso que nunca vi), 2 Coelhos é um sopro de inovação na cinematografia brasileira. Poyart bebe de várias fontes para apresentar um visual esteticamente moderno, desde a edição frenética dos primeiros trabalhos de Guy Ritchie, à montagem não linear típica de Quentin Tarantino, passando pelo super slow motion de Zack Snyder e afins. Se por um lado esse visual embeleza a obra, por outro, o diretor parece querer utilizar todas essas referências num só longa e o resultado acaba mais parecendo uma colcha de retalhos do que um filme com identidade própria. Longe de estragar a experiência, esse deslize apenas impede que a película alcance o status de obra prima, uma vez que os méritos parecem vir dos longas originais.</p>
<p>Com um roteiro inteligente, divertido e coeso, 2 Coelhos é uma obra empolgante que instiga o público do início ao fim. Ainda que careça de uma identidade própria, o diretor merece crédito pela bela colagem de referências pop que elaborou.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
2 Coelhos (2012)<br />
Direção: Afonso Poyart<br />
Com: Alessandra Negrini, Caco Ciocler, Fernando Alves Pinto, Marat Descartes, Neco Vila Lobos, Thogun, Thaíde, Yoram Blaschkauer, Robson Nunes.</p>
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		<title>To The Moon: excelente narrativa, jogo nem tanto</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3816</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[(No intuito de não estragar a experiência do jogador, esse review evitará Spoilers e conterá apenas uma sinopse da trama e se concentrará na análise de elementos técnicos.)
Fiquei sabendo da existência de To The Moon através do Dash Podcast do site Jogabilida.de. Não costumo ouvir podcasts sobre um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-2.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-2-300x224.jpg" alt="" title="to-the-moon-2" width="300" height="224" class="alignleft size-medium wp-image-3817" /></a>(<em>No intuito de não estragar a experiência do jogador, esse review evitará Spoilers e conterá apenas uma sinopse da trama e se concentrará na análise de elementos técnicos.</em>)</p>
<p>Fiquei sabendo da existência de <em>To The Moon</em> através do <strong>Dash Podcast</strong> do site <strong><a href="http://Jogabilida.de" target="_blank">Jogabilida.de</a></strong>. Não costumo ouvir podcasts sobre um jogo ou filme que ainda não joguei ou assisti. Mas bastou ver a primeira imagem do game para pensar: &#8220;<em>Ah, é apenas mais um RPG Japonês. Não joguei e não vou jogar. Posso ouvir o podcast.</em>&#8220;. Depois de ouvir alguns minutos do programa, tamanha era a paixão dos apresentadores que resolvi parar de ouvir e dar uma chance a obra. Que sorte a minha!<span id="more-3816"></span></p>
<p><em>To The Moon</em> é um jogo indie desenvolvido pela <strong>freebird games</strong>, tendo o <em>game designer</em> Kan Gao como mente criativa por trás de &#8220;tudo&#8221; (não exatamente tudo, mas&#8230; você entendeu). A trama, inspirada &#8211; segundo o próprio Kan Gao &#8211; em filmes como <em>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</em>, <em>Amnésia</em>, <em>Vanila Sky</em>, passando por <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> e <em>Wall-e</em>, acompanha o Dr Neil Watts e a Dra. Eva Rosalene, dois cientistas prestes a realizar o último desejo de John, um homem bastante idoso nos momentos finais de sua vida: ir para a lua. Acontece que esses cientistas não construirão um foguete e lançarão seu cliente para o satélite. A Sigmund Corporation, empresa na qual eles trabalham, possui uma tecnologia semelhante a do filme <em><a href="olharleigo.com/reviews/2968">A Origem</a></em> e a dupla precisa entrar na mente de John para inserir o sonho de ir à lua no meio das lembranças do hospedeiro de modo que o mesmo não desista de realizá-lo, ainda que virtualmente. No entanto, para iniciar o processo, é necessário saber o motivo. Só que John não faz idéia de porque quer ir para a lua? É quando os cientistas decidem viajar nas lembranças do cliente para buscar pistas e só então concluir a missão.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-4.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-4-300x206.jpg" alt="" title="to-the-moon-4" width="300" height="206" class="alignright size-medium wp-image-3818" /></a>Apresentando uma estética típica dos RPG&#8217;s do Super Nintendo, como Chrono Trigger e Zelda, o jogo é incrivelmente detalhado e bonito. Com efeitos de sombra convincentes e um design de personagens competente que lembra bastante os de Scott Pilgrim. Para reforçar essa estética, foi adotada uma trilha sonora composta basicamente de piano o que lembra bastante os nostálgicos chip tunes utilizados até a geração de 16 bits. Aliás, a trilha é primorosa oscilando entre momentos tensos, descontraídos e emocionalmente tocantes.</p>
<p>A narrativa de To The Moon é, aliada ao excelente roteiro, o ponto alto da experiência. Sua estrutura segue os moldes do filme Amnésia, com uma vantagem: enquanto Nolan utilizava a montagem picotada de trás para frente basicamente para &#8220;esconder&#8221; o todo do espectador, Kan Gao contextualiza e dá sentido a essa inversão temporal. Aliás, ao fim do jogo, tudo faz sentido. O roteiro não deixa pontas soltas e utiliza sabiamente o princípio da pertinência: todos os elementos apresentados são contextualizados e necessários.</p>
<p>E se a estrutura narrativa é maestral, não podemos esquecer a construção dos personagens. Com diálogos inteligentes que alternam suspense e doses exatas de humor, o texto cria uma conexão forte entre jogador e personagem o que só aumenta a imersão.</p>
<p>Com tantos elogios, parece tratar-se de um jogo perfeito, mas é justamente nesse quesito que a obra escorrega: no jogo. Se num primeiro instante o visual nos remete aos típicos RPG&#8217;s de 16 bits, com alguns minutos a jogabilidade mostra-se mais característica de um point-and-click. E o jogo consiste basicamente em explorar o cenário, coletar itens e resolver um simples quebra-cabeça para saltar para diferentes momentos da memória de John. É uma mecânica muito simples, de certo modo, repetitiva, não apresenta desafio algum e que não anda de mãos dadas com a trama. A jogabilidade, diferente da vista no fantástico <em>Braid</em>, não é integrada à narrativa. A impressão que se tem é a de estarmos apenas acompanhando uma excelente história numa mídia diferente. E, no fim das contas, o fator motivador para o jogador continuar avançando acaba sendo apenas a história.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-1.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-1-300x168.jpg" alt="" title="to-the-moon-1" width="300" height="168" class="alignleft size-medium wp-image-3819" /></a>Com uma trama tocante, bem amarrada e envolvente, To The Moon é apenas razoável enquanto jogo: acho até que, como jogo, ele falha. No entanto, se constitui numa belíssima experiência narrativa pouquíssimas vezes vista em games. Por outro lado, relativamente curto, ele beneficia-se da quase ausência de elementos desnecessário de jogabilidade &#8211; nesse sentido, é uma pena notar que uma referência ao divertido Plantas vs Zumbis constitui-se justamente num dos momentos mais fracos da experiencia &#8211; o que potencializa ainda mais a imersão do jogador.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
To The Moon<br />
Desenvolvido por: freebird games<br />
Distribuido por: <a href="http://freebirdgames.com/to_the_moon/" target="_blank">freebird games</a> (digital)<br />
Disponível para: PC</p>
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		<title>Heavy Rain: um filme jogável (ou seria o contrário?)</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3693</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 02:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[David Cage]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabe quando você assiste a um filme e fica indignado com o desenrolar da história? Com os acontecimentos ou com as atitudes de determinado personagem? E ai você pensa: e se tivesse sido diferente? E se eu pudesse intervir? Heavy Rain é um filme no qual você pode. É um game para jogar e assistir.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3705" title="heavyrain_3" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_3-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>Sabe quando você assiste a um filme e fica indignado com o desenrolar da história? Com os acontecimentos ou com as atitudes de determinado personagem? E ai você pensa: e se tivesse sido diferente? E se eu pudesse intervir? <em>Heavy Rain</em> é um filme no qual você pode. É um game para jogar e assistir. Cada intervenção feita pelo jogador influencia o que está para acontecer.<span id="more-3693"></span></p>
<p>A aproximação entre filmes e jogos, na verdade, não é nem um pouco novidade. Jogos no estilo filme interativo e adventures baseados em <em>point and click</em> (aponte e clique) e <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quick_Time_Event" target="_blank">quick time events</a></em> existem aos montes. Quem gosta de jogos e cresceu nos anos 80 provavelmente deve se lembrar de <em>Dragon’s Lair</em>, que, a propósito, ganhou remakes para os consoles da atual geração (e PC). E <em>Phantasmagoria</em> e seus sete assombrosos (desculpe, não consegui resistir ao trocadilho) CDs? Lembram? A própria <strong>QuanticDream</strong> (empresa francesa produtora de <em>Heavy Rain</em>, que também é especializada em serviços de captura de movimento para filmes e jogos), por sua vez, já possuía outros títulos no estilo, como <em>Omikron</em> e <em>Indigo Profecy</em>.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3706" title="heavyrain_2" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_2-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a>Mas <em>Heavy Rain</em> impõe um novo patamar. Os gráficos são muito bons, principalmente a modelagem facial dos personagens, e exploram bem o potencial da plataforma exclusiva onde ele roda (o Playstation 3). A trama dessa vez está à altura (o <em>Indigo Profecy</em> escorregava feio nesse aspecto a partir de certo ponto do jogo) e vai prender o jogador até o final, como em um bom suspense. Há alguns pequenos deslizes no roteiro que não chegam a comprometer, e, talvez, só fiquem evidentes a partir de uma segunda jogada.</p>
<p>A história gira em torno da investigação dos crimes do “Assassino do Origami”, um serial killer que deixa um origami e uma orquídea no corpo de suas vítimas. Você controla alternadamente os personagens em busca da solução do caso. Cada um possui um ponto de vista diferente. Você toma as decisões que mais achar adequadas &#8211; de acordo com as opções que aparecem na tela &#8211; e enfrenta as conseqüências. A sensação de imersão é grande e você provavelmente se identificará com algum dos quatro protagonistas e talvez tente privilegiá-lo. Nem sempre será uma tarefa simples. Não do ponto de vista da habilidade ao joystick (a depender do nível de dificuldade em que se jogue), mas em relação a que escolhas fazer, pois certamente surgirão conflitos. Experimente, e verá.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3707" title="heavyrain_4" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/heavyrain_4-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>Em certos momentos sua única opção é executar alguma ação obrigatória para que a história prossiga (como se levantar, abrir portas, ligar um veículo). Isso pode se tornar repetitivo e soa desnecessário. É um ponto a melhorar na jogabilidade.</p>
<p>O jogo é sucesso de crítica e de público. Foram vendidas quase 2 milhões de unidades em todo o mundo. O que (apesar da <a href="http://www.gamegen.com.br/playstation3/heavy-rain-poderia-ter-vendido-muita-mais/" target="_blank">queixa do produtor</a> <strong>Guillaume de Fondaumiere</strong>) teria surpreendido até mesmo a Sony, uma vez que as projeções iniciais eram de cerca de 350 mil unidades – número que foi alcançado ainda no mês de lançamento.</p>
<p>Confira um pouco do gameplay do jogo no vídeo abaixo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/W4C4GK91nr0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Heavy Rain<br />
Desenvolvido por: Quantic Dream<br />
Distribuido por: Quantic Dream<br />
Disponível para: PS3 (exclusivo)</p>
<p>Convido então você leitor a participar nos comentários: está gostando de ver conteúdo relacionado a games aqui no OlharLeigo.com?</p>
<p>E quando a Heavy Rain? Jogou? Gostou?<br />
E os tais &#8220;filmes interativos&#8221;? Tem algum outro para sugerir? O que pensa da convergência entre as mídias filme e jogo? Acha uma diferenciação irrelevante? Gosta da sensação de intervir na história? Já imaginou o dia em que os &#8220;cinemas&#8221; oferecerão joysticks na entrada assim como fazem hoje em dia com os óculos 3D?</p>
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		<title>O Chato Globo de Ouro</title>
		<link>http://olharleigo.com/noticias/3792</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem o segundo prêmio mais importante da indústria cinematográfica anunciou seus vencedores. Mas o Globo de Ouro têm perdido um pouco de seu charme de cerimônia simpática e divertida.
A grande promessa da noite era a volta de Ricky Gervais como host. Excelente humorista e comediante, Gervais era  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3798 alignnone" title="Ricky Gervais" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/golden-globes-2012-ricky-gervais-1326697351-view-1.jpg" alt="" width="460" height="374" /></p>
<p>Ontem o segundo prêmio mais importante da indústria cinematográfica anunciou seus vencedores. Mas o Globo de Ouro têm perdido um pouco de seu charme de cerimônia simpática e divertida.<span id="more-3792"></span></p>
<p>A grande promessa da noite era a volta de Ricky Gervais como host. Excelente humorista e comediante, Gervais era <em>persona non grata</em> dentro da associação responsável, a de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, desde sua última apresentação. E como o inglês não costuma segurar a língua, a expectativa era grande. Mas ficou por aí. Gervais não repetiu sua última atuação e dessa vez foi bastante politicamente correto.</p>
<p>Este ano não figuraram entre os nomeados grandes produções papa-títulos. O maior ganhador da noite foi O Artista, filme francês mudo e em preto e branco, que levou três títulos, entre eles o de melhor filme musical ou comédia. Os Descendentes ganhou o de melhor drama.</p>
<p>Na parte da TV, Homeland e Modern Family ganharam como melhores séries de drama e comédia respectivamente. Mas o mais comemorado aqui foi o fato de Glee não ganhar nada. Yay!</p>
<p>Fique agora com dois dos momentos mais sensacionais da noite de ontem. Tina Fey estragando a &#8220;foto&#8221; de Amy Poehler e a sempre impagável cara de Meryl Streep de surpresa quando ganha um prêmio.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3797 alignnone" title="Amy Poehler e Tina Fey" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/tumblr_lxvaeijVjj1qzqlj0o2_250.gif" alt="" width="245" height="183" />&nbsp;&nbsp;<img class="size-full wp-image-3803 alignnone" title="Meryl Streep" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/meryl-streep.gif" alt="" width="250" height="188" /></p>
<p>Veja <a href="http://www.goldenglobes.org/nominations/year/2011/">aqui</a> a lista completa dos premiados.</p>
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		<title>Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras (e como)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-holmes.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-holmes-300x203.jpg" alt="" title="sherlock-holmes" width="300" height="203" class="alignleft size-medium wp-image-3781" /></a>A segunda aventura do mais brilhante investigador da literatura mundial (refiro-me apenas a essa nova franquia) reforça a veia videoclipe do diretor Guy Ritchie e mostra-se mais do mesmo. Não que isso seja algo ruim, mas também não representa nenhum elogio, uma vez que o primeiro <em>Sherlock Holmes</em> é apenas agradável. Ritchie optou pelo caminho mais fácil e manteve as mesmas convenções narrativas utilizadas anteriormente e entrega mais uma obra divertida e efêmera.<span id="more-3775"></span></p>
<p>O roteiro, escrito por Michele Mulroney e Kieran Mulroney, mostra-se formulaico e segue as mesmas regras do primeiro longa. A trama acompanha Sherlock Holmes (Robert Downey Jr) investigando uma séries de explosões/atentados que, aliados a um suspeito &#8220;suicídio&#8221;, levam o detetive a unir-se mais uma vez ao seu fiel escudeiro, o Dr. John Watson (Jude Law). Detalhe que Watson está prestes a se casar quando a trama se inicia. Todas as pistas levam a dupla a confrontar o Prof. James Moriarty, gênio da matemática cujas motivações mostrarão-se no fim das contas tão simples e clichê como as de um Lex Luthor, por exemplo. Os roteiristas, por outro lado, parecem querer compensar essa simplicidade complicando desnecessariamente o texto durante a aventura. Confesso que em alguns momentos me senti um tanto perdido durante a sessão.</p>
<p>Se o roteiro é um tanto confuso e rasteiro, a direção é apenas correta e também segue a mesma fórmula utilizada na primeira aventura do detetive. Reutilizando vários planos, o diretor intensifica o uso da super câmera lenta e praticamente repete a sequência da explosão no cais vista no original (ainda que aqui ela se mostre visualmente mais bonita e emocionante). Além disso, o cineasta abusa da edição frenética com vários cortes e em algumas cenas o resultado é confuso e chega a incomodar.</p>
<p>E se por um lado, a fotografia opta pela utilização de sombras por quase todo o longa, o que, aliado a uma direção de arte predominantemente escura, ressalta o momento sombrio pelo qual o mundo está passando &#8211; além de justificar o subtítulo da película -, por outro, esconde o que está acontecendo em várias cenas de ação noturnas. Isso é particularmente triste vindo de um diretor que é conhecido por criar cenas graficamente interessantes.</p>
<p>O ponto fortes da produção é o elenco que com uma química perfeita, mantém o interesse do público por toda a projeção. Se de um lado temos o carisma de Robert Downey Jr., do outro, temos Jared Harris transbordando inteligência e segurança num Moriarty que intimida apenas com o olhar. Os melhores momentos da película são justamente quando os antagonistas se encontram e percebemos que Holmes enfim encontrou um inimigo a sua altura (destaque para a belíssima cena envolvendo um duelo mental entre os dois).</p>
<p>Apoiando-se na competência de seu elenco e com algumas cenas visualmente interessantes, Sherlock Holmes 2, ainda que seja melhor que o primeiro, é apenas uma obra apenas correta que soa encomendada pelo estúdio no intuito de fazer caixa. Não marcará a vida de ninguém, mas vale a pipoca? Elementar meu caro leitor.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes: A Game of Shadows, 2011)<br />
Direção: Guy Ritchie<br />
Com: Robert Downey Jr, Jude Law, Noomi Rapace, Rachel McAdams, Jared Harris, Stephen Fry</p>
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		<title>Top 5 &#8211; Quem é vivo sempre aparece</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 12:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para comemorar (mais um) retorno do Olhar Leigo, nada melhor que um saboroso e polêmico Top 5. E como estamos falando de voltas triunfais, analisemos as melhores do cinema. Quais são os atores que, estando por cima, afundaram no ostracismo para mais tarde levantar, sacudir a poeira e dar a volta  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3747 alignnone" title="Retorno" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/retorno.jpg" alt="" width="350" height="263" /></p>
<p>Para comemorar (mais um) retorno do Olhar Leigo, nada melhor que um saboroso e polêmico Top 5. E como estamos falando de voltas triunfais, analisemos as melhores do cinema. Quais são os atores que, estando por cima, afundaram no ostracismo para mais tarde levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima?</p>
<p>Confira.</p>
<p><span id="more-3746"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Mickey Rourke</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-3750 alignnone" title="Mickey Rourke" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/mickey-rourke.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>É difícil falar hoje em ressurgimento sem lembrar de Mickey Rourke. Ator de carreira estável, fez filmes de algum êxito nos anos 80, chegando ao estrelato como símbolo sexual em 9 1/2 Semanas de Amor. Mas um retorno ao boxe, antiga paixão, acabou com seu rosto e com seus dias de galã. Voltou a atuar, agora em pequenas pontas e envolveu-se com drogas. Só em Sin City tornou a ser elogiado pela crítica. Porém foi em O Lutador que ele novamente marcou território. Fazendo um papel que lembra a sua própria vida, concorreu ao Oscar, ganhou o Globo de Ouro e voltou ao mainstream.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. John Travolta</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3751" title="John Travolta" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/john-travolta.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>John Travolta teve um sucesso retumbante nos anos 70. Foi o rosto principal de dois filmes icônicos, Grease e Os Embalos de Sábado à Noite. Mas o máximo que conseguiu nos anos seguintes foi o clássico Sessão da Tarde Olha Quem Está Falando, já no fim dos anos 80. Sua sorte mudou em 1994, quando um jovem diretor chamado Quentin Tarantino apareceu na sua vida. Travolta pegou o papel recusado em Pulp Fiction por Michael Madsen, cobrando uma mixaria por seus serviços. O filme ganhou a Palma de Ouro em Cannes e Travolta concorreu ao Oscar. Foi lançado de volta aos céus de Los Angeles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Robert Downey Jr.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3754" title="Robert Downey JR." src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/robert-downey-jr.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Se você está acostumado com o recente sucesso do nosso terceiro colocado em filmes como Iron Man, Sherlock Holmes e Trovão Tropical, deve acha que esse ator sempre esteve ao lado dos blockbusters. Entretanto, a atual fase de Downey Jr. é a retomada de um promissor ator que, em 1993, já havia concorrido a um Oscar de melhor ator por Chaplin. Mas afundou-se nas drogas e teve que passar muito tempo se tratando. O engraçado é que o primeiro trabalho dele depois da reabilitação foi um lip dub para um clipe de Elton John. Sério!</p>
<p><iframe width="450" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/ufbexgPyeJQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Drew Barrymore</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3755" title="Drew Barrymore" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/drew-barrymore.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Um grande clássico marcou a infância de Drew Barrymore. A estrela mirim encantou a todos aos cinco anos em E.T. &#8211; O Extraterrestre. Todavia sua juventude foi marcada por drogas e álcool &#8211; só para variar um pouco na nossa lista. Aos 11 anos fumava e bebia, aos 13 cheirava. Depois de recuperar-se, a atriz fez pequenos papéis, incluindo uma participação especialíssima em Pânico. Mas seu retorno foi marcado por As Panteras e desde então estabeleceu-se como uma das atrizes mais bem pagas da atualidade, fazendo das comédias românticas como Como se Fosse a Primeira Vez o seu principal ganha pão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Marlon Brando</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3757" title="Marlon Brando" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/marlon-brando.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>O número um da lista é considerado por muitos o melhor ator de todos os tempos. A década de 50, quando começou, foi recheada por grandes sucessos como Um Bonde Chamado Desejo e Sindicato dos ladrões e Brando chegou a ser nomeado quatro vezes consecutivas ao Oscar. Mas até os mitos têm suas dificuldades. E a década seguinte, que não merece ser chamada de fracasso, nem de perto brilhou como a passada e Brando ficou um tanto longe dos holofotes. A virada aconteceu em 1972: Marlon Brando faz o papel de Vito Corleone em O Poderoso Chefão.</p>
<p>Precisa dizer mais?</p>
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		<title>Testamos Asura&#8217;s Wrath e&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Asura's Wrath]]></category>
		<category><![CDATA[Capcom]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de um trailer instigante (apresentando o, a partir daí, famoso Buda Galáctico) com cenas de ação alucinantes, o hype em torno do game Asura&#8217;s Wrath crescia a cada nova informação sobre o lançamento da produção. Eu mesmo fiquei super ansioso pelo lançamento do jogo, que aparentemente seria  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3732" title="asuras-wrath-3" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-3-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a>Depois de um trailer instigante (apresentando o, a partir daí, famoso Buda Galáctico) com cenas de ação alucinantes, o hype em torno do game <em>Asura&#8217;s Wrath</em> crescia a cada nova informação sobre o lançamento da produção. Eu mesmo fiquei super ansioso pelo lançamento do jogo, que aparentemente seria uma versão japonesa do sanguinolento <em>God of War</em>.</p>
<p>Demo baixada, inicio o jogo e&#8230; WHAT?!? O jogo, ou melhor, a demo começa com uma jogabilidade estilo <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-IFIVFbR1fM" target="_blank">After Burner II</a></em>. O personagem correndo &#8220;sozinho&#8221; para frente e você só pode movê-lo para os lados e controlar uma mira que é usada para atirar numa versão em miniatura do Buda Galático.<span id="more-3723"></span></p>
<p>Depois de vários tiros, intercalados com repetitivos e fracos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quick_Time_Event" target="_blank">Quick Time Events</a> (QTE&#8217;s), percebemos que o vilão a sua frente era sim o Buda Galático. Ele conjura um poder para obter dimenssões errrrr&#8230; galáticas(?) e enfim jogamos contra o esperado gigante. Acontece que mais uma vez a jogabilidade (baseada em QTE&#8217;s) falha e infelizmente não temos a sensação de estarmos enfrentando um inimigo tão grandioso. É tudo muito repetitivo e fácil. Parece não exigir habilidade nenhuma do jogador. Sem falar que a sequência é pouco jogável. Ficamos mais tempo assistindo do que jogando em si e, com isso, alguns comandos aparecem repentinamente e acabamos por deixar de executá-los.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3730" title="asuras-wrath-1" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-1-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></a>Enfim, terminamos o primeiro capítulo disponível capítulo (a demo oferece dois) e partimos para o segundo na esperança de uma melhora. E até melhora um pouco, mas só um pouco. Agora somos apresentados a uma jogabilidade muito parecida (na verdade, uma cópia) a de <em>Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2</em>. A propósito, a <strong>CyberConnect2</strong> &#8211; estúdio responsável por <em>Asura&#8217;s</em> &#8211; é também a desenvolvedora dos jogos da franquia <em>Naruto</em>. Temos então uma luta que parece saída de algum episódio do anime DragonBall (não citei Naruto por nunca ter visto nenhum episódio rs). Cenas exageradas ao extremo que até são bem legais e chegam a empolgar, mas, mais uma vez, os QTE&#8217;s mal utilizados não nos dão a sensação de estarmos no comando do personagem. E nos momentos em que partimos para a luta corpo a corpo, mal dá para entender o que está se passando.</p>
<p>No fim das contas, até que curti bastante o exagero típico dos animes japoneses e fiquei curioso para conhecer a trama do revoltado Asura (ambos os capítulos terminam com um <em>To be continued</em>), mas sua jogabilidade &#8211; elemento primordial num game de ação &#8211; e a alta expectativa gerada (talvez tenha sido um erro de marketing, pois os trailers vinham vendendo o jogo como um <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hack_and_slash" target="_blank">Hack and Slash</a></em> e isso ele definitivamente não é) acabam por minar qualquer chance do surgimento de um sucessor para o general spartano Kratos. Uma pena. De qualquer modo, fique com o trailer que apresentou o Buda Galático.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/1PCDxS8uJFQ" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>A Pele Que Habito: controverso e impecável</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Almodóvar é um desses cineastas ditos autorais. Seus filmes, goste ou não, são bem característicos e facilmente reconhecidos. Seja pela temática, fotografia ou trilha sonora. Dito isto, A Pele que Habito é um autêntico Almodóvar. Não só pelas características citadas acima, mas também, e  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/pele-que-habito-3.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/pele-que-habito-3-300x202.jpg" alt="" title="pele-que-habito-3" width="300" height="202" class="alignleft size-medium wp-image-3712" /></a><strong>Pedro Almodóvar</strong> é um desses cineastas ditos autorais. Seus filmes, goste ou não, são bem característicos e facilmente reconhecidos. Seja pela temática, fotografia ou trilha sonora. Dito isto, <em>A Pele que Habito</em> é um autêntico Almodóvar. Não só pelas características citadas acima, mas também, e principalmente, por se tratar de uma obra prima cinematógráfica.<span id="more-3711"></span></p>
<p>O roteiro, também do diretor, acompanha um cirurgião plástico que, após a morte de sua esposa, fica obcecado pelo desenvolvimento de uma pele mais resistente e utiliza de meios nada éticos no processo. <strong>Almodóvar</strong> utiliza essa premissa para fazer uma análise sobre sexualidade (tema recorrente na filmografia do autor), individualidade  (o que nos define como indivíduo?) e a obsessão humana. Nessa empreitada, o longa poderá desagradar alguns espectadores desavisados, pois é forte e  corajoso, uma vez que o cineasta não faz concessão na montagem de sua obra. No entanto, é importante ressaltar que nada é gratuito e, artisticamente, tudo se justifica.</p>
<p>Apesar de forte e um tanto indigesto, o filme é, tecnicamente belíssimo. A direção de arte, mesmo mais comedida que o habitual, apresenta as características cores fortes &#8211; em particular, o vermelho. E está repleta de elementos que aos poucos vão ganhando significado, seja explícita (as inscrições na parede) ou implicitamente (o quadro disforme presente no quarto do personagem Robert).</p>
<p>O que falar então das fortes atuações de <strong>Banderas</strong> e <strong>Anaya</strong> (essa, utilizando em vários momentos apenas o olhar para transmitir o que sua personagem sente)? E a sensacional montagem que, entrecortando algumas sequências do passado com uma única cena envolvendo os protagonistas no presente, culmina numa fusão de imagens belíssima, graças ao seu significado, só explicado mais tarde.</p>
<p>Controverso e impecável, <em>A Pele que Habito</em> é uma obra corajosa que deixa o publico refletindo por  várias horas após o fim da projeção. A propósito, a cena final ainda nos presenteia com uma bizarra ironia digna de Almodóvar.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
A Pele que Habito (La Piel que Habito, 2011)<br />
Direção: Pedro Almodóvar<br />
Com: Antônio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Jan Cornet</p>
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		<title>Olhar Leigo agora tem GAMES</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
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Olá pessoal! O Olhar Leigo passou um tempo &#8220;adormecido&#8221; e está voltando com algumas novidades para levar mais informação aos nossos leitores e ouvintes (sim, o Leigocast está para voltar também). Alguns projetos ainda estão em fase de discussão e planejamento pela nossa equipe, mas uma das  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/games.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/games.jpg" alt="" title="games" width="614" height="120" class="alignleft size-full wp-image-3700" /></a><br />
Olá pessoal! O <strong>Olhar Leigo</strong> passou um tempo &#8220;adormecido&#8221; e está voltando com algumas novidades para levar mais informação aos nossos leitores e ouvintes (sim, o <strong>Leigocast</strong> está para voltar também). Alguns projetos ainda estão em fase de discussão e planejamento pela nossa equipe, mas uma das novidades você já pode conferir. Para começo de conversa, como vocês podem ver, o visual do OL está um pouco diferente. Ainda estamos ajustando, em busca de um visual mais simples e dinâmico. Pedimos inclusive o feedback de vocês. A outra novidade diz respeito a conteúdo: O <strong>Olhar Leigo</strong> agora falará também sobre GAMES!!!</p>
<p>Isso mesmo, além das novidades e reviews do mundo do cinema e das séries, agora essa turma de Leigos também falará sobre os mais variados jogos eletrônicos. Teremos artigos sobre algumas &#8220;polêmicas&#8221; envolvendo o mundo gamer e também faremos reviews dos jogos que tivermos o prazer (ou desprazer, rs) de jogar.</p>
<p>Para começar, confira o nosso primeiro texto: um <a href="http://olharleigo.com/reviews/3669">review sobre o game <em>Shank</em></a>. Como sempre, fique a vontade e continue acessando para conferir as novidades. Esperamos que goste.</p>
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