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	<title>Olhar Leigo &#187; DP</title>
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	<description>A visão aguçada do Leigo em Cinema e TV</description>
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<title>Olhar Leigo</title>
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		<title>O Chato Globo de Ouro</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ontem o segundo prêmio mais importante da indústria cinematográfica anunciou seus vencedores. Mas o Globo de Ouro têm perdido um pouco de seu charme de cerimônia simpática e divertida.
A grande promessa da noite era a volta de Ricky Gervais como host. Excelente humorista e comediante, Gervais era  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3798 alignnone" title="Ricky Gervais" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/golden-globes-2012-ricky-gervais-1326697351-view-1.jpg" alt="" width="460" height="374" /></p>
<p>Ontem o segundo prêmio mais importante da indústria cinematográfica anunciou seus vencedores. Mas o Globo de Ouro têm perdido um pouco de seu charme de cerimônia simpática e divertida.<span id="more-3792"></span></p>
<p>A grande promessa da noite era a volta de Ricky Gervais como host. Excelente humorista e comediante, Gervais era <em>persona non grata</em> dentro da associação responsável, a de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, desde sua última apresentação. E como o inglês não costuma segurar a língua, a expectativa era grande. Mas ficou por aí. Gervais não repetiu sua última atuação e dessa vez foi bastante politicamente correto.</p>
<p>Este ano não figuraram entre os nomeados grandes produções papa-títulos. O maior ganhador da noite foi O Artista, filme francês mudo e em preto e branco, que levou três títulos, entre eles o de melhor filme musical ou comédia. Os Descendentes ganhou o de melhor drama.</p>
<p>Na parte da TV, Homeland e Modern Family ganharam como melhores séries de drama e comédia respectivamente. Mas o mais comemorado aqui foi o fato de Glee não ganhar nada. Yay!</p>
<p>Fique agora com dois dos momentos mais sensacionais da noite de ontem. Tina Fey estragando a &#8220;foto&#8221; de Amy Poehler e a sempre impagável cara de Meryl Streep de surpresa quando ganha um prêmio.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3797 alignnone" title="Amy Poehler e Tina Fey" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/tumblr_lxvaeijVjj1qzqlj0o2_250.gif" alt="" width="245" height="183" />&nbsp;&nbsp;<img class="size-full wp-image-3803 alignnone" title="Meryl Streep" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/meryl-streep.gif" alt="" width="250" height="188" /></p>
<p>Veja <a href="http://www.goldenglobes.org/nominations/year/2011/">aqui</a> a lista completa dos premiados.</p>
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		<title>Top 5 &#8211; Quem é vivo sempre aparece</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 12:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top 5]]></category>
		<category><![CDATA[Drew Barrymore]]></category>
		<category><![CDATA[John Travolta]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Brando]]></category>
		<category><![CDATA[Mickey Rourke]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar Leigo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para comemorar (mais um) retorno do Olhar Leigo, nada melhor que um saboroso e polêmico Top 5. E como estamos falando de voltas triunfais, analisemos as melhores do cinema. Quais são os atores que, estando por cima, afundaram no ostracismo para mais tarde levantar, sacudir a poeira e dar a volta  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3747 alignnone" title="Retorno" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/retorno.jpg" alt="" width="350" height="263" /></p>
<p>Para comemorar (mais um) retorno do Olhar Leigo, nada melhor que um saboroso e polêmico Top 5. E como estamos falando de voltas triunfais, analisemos as melhores do cinema. Quais são os atores que, estando por cima, afundaram no ostracismo para mais tarde levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima?</p>
<p>Confira.</p>
<p><span id="more-3746"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Mickey Rourke</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-3750 alignnone" title="Mickey Rourke" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/mickey-rourke.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>É difícil falar hoje em ressurgimento sem lembrar de Mickey Rourke. Ator de carreira estável, fez filmes de algum êxito nos anos 80, chegando ao estrelato como símbolo sexual em 9 1/2 Semanas de Amor. Mas um retorno ao boxe, antiga paixão, acabou com seu rosto e com seus dias de galã. Voltou a atuar, agora em pequenas pontas e envolveu-se com drogas. Só em Sin City tornou a ser elogiado pela crítica. Porém foi em O Lutador que ele novamente marcou território. Fazendo um papel que lembra a sua própria vida, concorreu ao Oscar, ganhou o Globo de Ouro e voltou ao mainstream.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. John Travolta</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3751" title="John Travolta" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/john-travolta.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>John Travolta teve um sucesso retumbante nos anos 70. Foi o rosto principal de dois filmes icônicos, Grease e Os Embalos de Sábado à Noite. Mas o máximo que conseguiu nos anos seguintes foi o clássico Sessão da Tarde Olha Quem Está Falando, já no fim dos anos 80. Sua sorte mudou em 1994, quando um jovem diretor chamado Quentin Tarantino apareceu na sua vida. Travolta pegou o papel recusado em Pulp Fiction por Michael Madsen, cobrando uma mixaria por seus serviços. O filme ganhou a Palma de Ouro em Cannes e Travolta concorreu ao Oscar. Foi lançado de volta aos céus de Los Angeles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Robert Downey Jr.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3754" title="Robert Downey JR." src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/robert-downey-jr.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Se você está acostumado com o recente sucesso do nosso terceiro colocado em filmes como Iron Man, Sherlock Holmes e Trovão Tropical, deve acha que esse ator sempre esteve ao lado dos blockbusters. Entretanto, a atual fase de Downey Jr. é a retomada de um promissor ator que, em 1993, já havia concorrido a um Oscar de melhor ator por Chaplin. Mas afundou-se nas drogas e teve que passar muito tempo se tratando. O engraçado é que o primeiro trabalho dele depois da reabilitação foi um lip dub para um clipe de Elton John. Sério!</p>
<p><iframe width="450" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/ufbexgPyeJQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Drew Barrymore</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3755" title="Drew Barrymore" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/drew-barrymore.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Um grande clássico marcou a infância de Drew Barrymore. A estrela mirim encantou a todos aos cinco anos em E.T. &#8211; O Extraterrestre. Todavia sua juventude foi marcada por drogas e álcool &#8211; só para variar um pouco na nossa lista. Aos 11 anos fumava e bebia, aos 13 cheirava. Depois de recuperar-se, a atriz fez pequenos papéis, incluindo uma participação especialíssima em Pânico. Mas seu retorno foi marcado por As Panteras e desde então estabeleceu-se como uma das atrizes mais bem pagas da atualidade, fazendo das comédias românticas como Como se Fosse a Primeira Vez o seu principal ganha pão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Marlon Brando</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3757" title="Marlon Brando" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/marlon-brando.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>O número um da lista é considerado por muitos o melhor ator de todos os tempos. A década de 50, quando começou, foi recheada por grandes sucessos como Um Bonde Chamado Desejo e Sindicato dos ladrões e Brando chegou a ser nomeado quatro vezes consecutivas ao Oscar. Mas até os mitos têm suas dificuldades. E a década seguinte, que não merece ser chamada de fracasso, nem de perto brilhou como a passada e Brando ficou um tanto longe dos holofotes. A virada aconteceu em 1972: Marlon Brando faz o papel de Vito Corleone em O Poderoso Chefão.</p>
<p>Precisa dizer mais?</p>
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		<title>Melancolia</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 15:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Esta crítica certamente cometerá o pecado da excessiva repetição de palavras. Não só pelo nome do planeta que dá o título deste filme, mas também &#8211; e principalmente &#8211; por aquele sentimento vago e recorrente de tristeza que permeia seus personagens.
No roteiro de Lars von Trier, um planeta está  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2011/08/melancolia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3635" title="Melancolia" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2011/08/melancolia-300x141.jpg" alt="" width="300" height="141" /></a></p>
<p>Esta crítica certamente cometerá o pecado da excessiva repetição de palavras. Não só pelo nome do planeta que dá o título deste filme, mas também &#8211; e principalmente &#8211; por aquele sentimento vago e recorrente de tristeza que permeia seus personagens.<span id="more-3633"></span></p>
<p>No roteiro de Lars von Trier, um planeta está prestes a colidir com a Terra. Dentro deste contexto, Justine acaba de casar, porém, ainda durante a festa nupcial, organizada pela sua irmã Claire, o casamento começa a ruir.</p>
<p>A primeira sequência nos dá uma clara ideia de como vai ser o filme. No que se convencionou chamar de super câmera lenta, planos morosos mostram apenas frações de segundo de ações inúteis dos personagens. A mulher que corre com o filho nos braços e afunda os pés no solo como se fosse engolida, é um exemplo. Nos mostrava que <strong>cada momento era urgente e vão</strong>.</p>
<p>Ao mesmo tempo imagens belíssimas do universo e um espetáculo visual do planeta Terra sendo destruído ao colidir com um planeta muito maior.</p>
<p>A construção dos personagens é provavelmente o ponto central &#8211; e forte &#8211; deste longa. Justine começa como uma radiante noiva, mas termina mostrando <strong>uma depressão e uma amargura</strong> que acabam por arruinar seu casamento. Mesmo atrasada duas horas, ela prefere ver seu cavalo antes mesmo de dar satisfação aos convidados. A aparentemente confiante Claire revela insegurança e busca força no seu marido. John, aliás, é um caso à parte. Aparentemente o ponto de equilíbrio de uma família que ele mesmo chama de louca, acaba por executar <strong>o maior ato de covardia da trama</strong>. Toda essa transformação durante um curto período de tempo que levou até o planeta chegar à Terra.</p>
<p>Mesmo os personagens secundários são extremamente ricos. Os pais da noiva, nenhum deles inocente. O noivo, submisso e apaixonado. Até mesmo o prestativo mordomo, que nada faz além de trabalhar, ao não aparecer no dia da suposta destruição do planeta, dá sua contribuição inestimável.</p>
<p>Mas o filme, obviamente, não é simplesmente sobre planetas explodindo e a extinção dos seres humanos. Diante da inevitabilidade dos acontecimentos, a relação entre as pessoas é o mais importante. <strong>O choque dos planetas pode ser uma alegoria</strong>, por exemplo, para um daqueles grandes problemas que, todo mundo sabe que existe, incomoda a todos, mas preferimos fingir que não existe.</p>
<p>Por isso mesmo, Lars von Trier faz questão de nos colocar no meio dos acontecimentos. O filme lento nos põe quase em tempo real dentro daquele círculo. Nos acostumando a ver e <strong>ter nossas &#8211; diferentes &#8211; opiniões sobre aquelas pessoas</strong>. Um recurso técnico muito interessante é a câmera na mão. O espectador se sente dentro da festa, olhando as pessoas, as reações. E até mesmo procurando os personagens, como quando a noiva sai da festa, e aparentemente a câmera a procura, até achá-la longe, dentro de um carrinho de golfe, e aproxima-se rapidamente com zoom, nitidamente tentando estar junto aos acontecimentos.</p>
<p>Melancolia é um filme denso, lento e pesado. Porém uma belíssima crônica sobre depressão e sobre relações inter-pessoais e, porque não, sobre amor.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Melancolia (Melancholia, 2011)<br />
Direção: Lars von Trier<br />
Com: Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling, John Hurt, Alexander Skarsgård</p>
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		<title>Rio: Orgulho e Preconceito?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 17:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O timing de lançamento de Rio é admirável. Assim como Tropa de Elite 2, beneficia-se de um contexto histórico importante. Mas pode-se perceber que não é apenas mais uma obra caça-níqueis, visto o perfeccionismo técnico que testemunhamos.
A história retratada é a de Blu, último macho entre todas as  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2011/04/rio-300x127.jpg" alt="" title="Rio" width="300" height="127" class="alignleft size-medium wp-image-3550" />O <em>timing</em> de lançamento de Rio é admirável. Assim como Tropa de Elite 2, beneficia-se de um contexto histórico importante. Mas pode-se perceber que não é apenas mais uma obra caça-níqueis, visto o perfeccionismo técnico que testemunhamos.<span id="more-3548"></span></p>
<p>A história retratada é a de Blu, último macho entre todas as ararinhas-azuis do mundo, mas criado como um animal de estimação. Acompanhado de sua dona, Linda, eles partem numa viagem ao Brasil, para encontrar a última fêmea e tentar salvar a espécie.</p>
<p>A primeira forte impressão de Rio é a <strong>representação do Brasil</strong>. Na primeira sequência, do baile das aves, muito colorido, muita dança, muito samba. Mas samba mesmo, samba de verdade, com o peso das baterias das Escolas, nada para inglês ver. A floresta, apesar de muito densa é muito alegre.</p>
<p>E a parte gráfica é mesmo o maior trunfo de Carlos Saldanha, que também dirigiu a franquia <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QStFcmErZG8rR2Vsb18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzM4MDA=-64" class="bbli">A Era do Gelo<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. O design do Rio de Janeiro é estupendo. Os detalhes do calçadão de Ipanema, o Cristo redentor sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas. Os traços dos personagens não são gratuitos. Eles são brasileiros autênticos, a diversidade, a cor da pele, o tipo de cabelo. Linda claramente é uma <em>gringa</em> naquele local. A dublagem ainda acrescenta um elemento, o do sotaque carioca, tão presente no audiovisual brasileiro.</p>
<p>Mas não é suficiente mostrar apenas  a parte bonita da cidade. O plano belíssimo em que o órfão Fernando admira a linda paisagem de dentro da sofrida favela é um choque de realidade. <strong>Trememos diante do nosso abismo social.</strong></p>
<p>A construção dos personagens é interessante. Solitária, Linda passa um pouco da sua personalidade através do local onde trabalha, livraria muito organizada, porém sem vida. Blu parece-se com ela e chega a ser um pouco nerd. Ambos acham-se felizes dentro de suas jaulas. O cientista brasileiro Tulio chama atenção pelo cachecol verde e amarelo, uma clara referência aos emigrados brasileiros. O grande vilão, a cacatua Nigel, exibe sua crueldade ao ter como poleiro o pescoço de uma ave empalhada e comer coxa de galinha (o que também denota a barbaridade com os animais que nem Nigel está livre).</p>
<p>O roteiro, por sua vez, não é o forte aqui. Apesar de não comprometer, é bobo, não enche os olhos. Uma clássica história de amor e superação. Porém tem momentos fortes, como a criança que é obrigada a roubar para sobreviver.</p>
<p>Para narrar os acontecimentos, Saldanha alterna bons e maus momentos. Ao contar uma passagem de tempo usa uma solução clichê, fotografias na parede mostrando a evolução dos personagens. Por outro lado, é elegante ao resumir o que aconteceu na infância de Blu com uma simples sombra na parede de alguém efetuando um pagamento, remetendo ao comércio ilegal de aves. Um outro ponto alto do filme é a cena de perseguição, intercalada pela narração de um jogo de futebol, que nos deixa angustiados. Tanto pela fuga dos pássaros, quanto pelo iminente gol.</p>
<p>É complicado assistir Rio com os olhos apenas do cinema. <strong>O contexto de ser brasileiro é muito importante nessa experiência.</strong> E aí pipocam insinuações de preconceito e estereótipo. Sim, é difícil ver os macaquinhos roubando os turistas e falando como delinquentes juvenis. Observar o retrato de uma cidade inteira restrito apenas ao Carnaval. <strong>Mas esconder nossos problemas é tão errado quanto não exaltar nossas virtudes.</strong> E parte da revolta que sentimos ao pensar nas cenas &#8220;polêmicas&#8221; do filme pode ser traduzido em vergonha. Vergonha por nos identificarmos, por exemplo, com o personagem que, de canto de boca, comenta com outro que não é recomendado confiar naquele menino de rua.</p>
<p>Rio está longe de ser uma obra-prima. Mas tem duas características importantíssimas. Nos faz pensar. E emociona.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Rio (2011)&nbsp;<a href="http://www.rio-ofilme.com.br/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1436562/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
Direção: Carlos Saldanha<br />
Com: Leslie Mann, Jesse Eisenberg, Rodrigo Santoro, Jamie Foxx, Will.i.am, Anne Hathaway</p>
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		<title>Rango</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 12:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vento sopra, a poeira sobe, rola uma bola de feno. Os adversários fitam-se, os dedos mexem-se rente ao coldre. Rango, nosso herói, está preparado para sacar sua arma. Ele é um camaleão. Numa camisa havaiana.
De Gore Verbinski, o diretor de Piratas do Caribe, Rango é uma animação que conta a  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2011/04/rango-300x125.jpg" alt="" title="Rango" width="300" height="125" class="alignleft size-medium wp-image-3502" />O vento sopra, a poeira sobe, rola uma bola de feno. Os adversários fitam-se, os dedos mexem-se rente ao coldre. Rango, nosso herói, está preparado para sacar sua arma. Ele é um camaleão. Numa camisa havaiana.<span id="more-3499"></span></p>
<p>De Gore Verbinski, o diretor de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/UGlyYXRhcytkbytDYXJpYmVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18zODAw-68" class="bbli">Piratas do Caribe<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, Rango é uma animação que conta a história de um pequeno camaleão de estimação homônimo em busca de auto-conhecimento. Ao perder-se dos donos e chegar numa cidade onde todos o ignoram, ele decide interpretar um personagem para ser bem visto.</p>
<p>Por ser uma animação e por ser uma comédia, provavelmente alguns pais levaram seus filhos ao cinema para uma tarde em família. Mas Rango é <strong>muito mais que um filme infantil</strong>. Apesar das trapalhadas do personagem que dá nome ao título deixarem o longa mais leve, alguns temas sugerem uma animação mais adulta. O assassinato de um coadjuvante, a punição do antagonista e até mesmo uma tentativa de suicídio, por exemplo. Ouvi no cinema algumas crianças curiosas perguntarem coisas como &#8220;ele morreu?&#8221; ou ainda &#8220;ele vai matar o outro?&#8221;.</p>
<p>O design da produção é um capítulo à parte. A fotografia é impecável. Algumas paisagens belíssimas nos fazem esquecer que estamos num mundo fictício. A construção da cidades, dos locais clássicos desse estilo, como o saloon e o banco é perfeccionista. Além disso, <strong>os animais figurantes feios e sofridos que compõem as cenas são geniais</strong>. Como a toupeira que, cega, leva uma espécie de venda que parece suja de sangue. Há um pouco de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/c3dlZW5leSt0b2RkJTJDK25vaXZhK2NhZCVFMXZlciUyQytwZWl4ZStncmFuZGVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18zODAw-108" class="bbli">Tim Burton<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> aqui.</p>
<p>O roteiro flui bem e <strong>não duvida da inteligência do telespectador</strong>. Prova disso é a sequência inicial quase surreal, quando sabemos da origem do protagonista. Preso num pequeno viveiro com alguns objetos tão díspares quanto uma Barbie sem a cabeça e um peixe de plástico, Rango sente-se sozinho e dirige a si próprio num filme em que tenta se definir dentro da sua própria história. Falando em surreal, destaque para a forma excepcional de como retratam um sonho de Rango.</p>
<p>A trilha sonora é assinada por nada mais nada menos que  Hans Zimmer, de, só para citar um trabalho, O Rei Leão. Além de <strong>nos fazer mergulhar no faroeste</strong>, é divertidíssima, principalmente quando interpretada pelo quarteto de corujas músicas.</p>
<p>Um autêntico western moderno, que remete à novos clássicos, como Bravura Indômita dos irmão Coen, Rango é sim uma tarde de lazer (inteligente e sensível) com a família.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Rango (2011)&nbsp;<a href="http://www.rangomovie.com/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1192628/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Gore Verbinski<br />
Com: Johnny Depp, Isla Fisher, Abigail Breslin, Alfred Molina, Bill Nighy</p>
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		<title>Tá Rindo do Quê?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 20:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fascinante mundo da da comédia stand-up serve como pano de fundo para esta dramédia. Um ótimo elenco, um diretor de sucessos e um tema da moda, mas um filme apenas mediano.
O solitário George Simmons é um famoso ator com raízes no stand-up que acaba de descobrir uma doença rara. Ira Wright é um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/11/funny-people-300x176.jpg" alt="" title="Funny People" width="300" height="176" class="alignleft size-medium wp-image-3437" />O fascinante mundo da da comédia <em>stand-up</em> serve como pano de fundo para esta <em>dramédia</em>. Um ótimo elenco, um diretor de sucessos e um tema da moda, mas um filme apenas mediano.<span id="more-3435"></span></p>
<p>O solitário George Simmons é um famoso ator com raízes no stand-up que acaba de descobrir uma doença rara. Ira Wright é um dos muitos que tentam iniciar uma carreira de humorista. Ao contratar Ira como seu assistente, George ganha um amigo na sua difícil caminhada tentando decifrar o que fez de errado com sua vida.</p>
<p>Pela descrição do filme dá para ver que <strong>não é uma comédia</strong>. Estamos acostumados a ver o diretor Judd Apatow à frente de recentes sucessos deste gênero. Porém o que presenciamos desta vez é <em>o backstage, a lágrima do palhaço</em>. Talvez por esse motivo, as constantes inserções do trabalho dos personagens no filme acabe dando duas caras à obra. Nós, espectadores, não conseguimos entrar no clima de um nem de outro lado. </p>
<p>Os personagens não são bem construídos. Não dá para acreditar que o protagonista está sofrendo de uma doença rara, tomando remédios experimentais e repensando a sua vida. Isso apesar dos atores, que fazem um bom trabalho. <strong>Destaque para Seth Rogen</strong>, que prova ser um bom ator.</p>
<p>Apesar dos pontos negativos, é divertido ver alguns vídeos antigos de Adam Sandler e as apresentações stand-up dos personagens. Algumas participações pra lá de especiais, como<strong> Ray Romano, Sarah Silverman, Paul Reiser e Eminem, todos como eles mesmos</strong>. Infelizmente o filme perde a linha e no final descamba para um <strong>dramalhão mexicano</strong>.</p>
<p>Não acho que o filme seja um desastre. Mas sabe como é, antes do final a cadeira começa a ficar desconfortável, o sono começa a pairar&#8230; Se resolver assistir, já sabe, né? Cafezinho e almofada.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Tá Rindo do Quê? (Funny People, 2009)&nbsp;<a href="http://www.funnypeoplemovie.com/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1201167/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Judd Apatow<br />
Com: Adam Sandler, Seth Rogen, Leslie Mann, Eric Bana, Jonah Hill</p>
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		<title>Kick-Ass &#8211; Quebrando Tudo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 02:56:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aaron Johnson]]></category>
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		<description><![CDATA[Baseado na revista em quadrinhos homônina de Mark Millar, este é um dos filmes mais geek-pop do ano.
A história de um jovem estudante que questiona porque ninguém nunca pensou em ser um super-herói e tenta colocar essa ideia em prática. Apesar de ser mais difícil do que imaginava, ele vai contar  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/11/kick-ass-300x200.jpg" alt="" title="Kick-Ass" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-3429" />Baseado na revista em quadrinhos homônina de Mark Millar, este é um dos filmes mais geek-pop do ano.<span id="more-3426"></span></p>
<p>A história de um jovem estudante que questiona porque ninguém nunca pensou em ser um super-herói e tenta colocar essa ideia em prática. Apesar de ser mais difícil do que imaginava, ele vai contar com uma ajuda que não esperava.</p>
<p>Desde que Christopher Nolan com seu Batman tentou inserir a fantasia das histórias em quadrinhos no nosso mundo real e alcançou muito sucesso, alguns filmes tentaram repetir a fórmula. <strong>Este não é um deles.</strong> Apesar da premissa ser parecida &#8211; um super-herói num universo não-super &#8211; o mundo real aqui é puro HQ.</p>
<p>Talvez seja exatamente isso que atraia em Kick-Ass. O visual colorido e o clima de mundo-real-parecido-com-quadrinhos, uma espécie de metalinguagem invertida (difícil, hem?), acaba se tornando bastante divertido.</p>
<p>Além da influência óbvia das histórias em quadrinhos, o longa também bebe bastante nos faroestes, filmes B e de kung-fu, tudo regado a muita violência e sangue. Para resumir: influências <em>Quentin Tarantinianas</em>.</p>
<p>Quanto às atuações, o protagonista Aaron Johnson não se sobressai, porém parece ganhar alguns poderes ao vestir a roupa de herói e se torna engraçado. A menina Chloë Moretz, de apenas onze anos na época das filmagens, rouba qualquer cena em que esteja. E Nicolas Cage interpreta um personagem <strong>assustadoramente trash</strong>.</p>
<p>Dois destaques importantes: a trilha sonora e a sensacional sequência baseada em Quake.</p>
<p>Apesar de bastante adolescente, Kick-Ass entretém. A história de Mark Millar é atraente e o filme não se leva a sério. Vale a pena conferir.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Kick-Ass &#8211; Quebrando Tudo (Kick-Ass, 2010)&nbsp;<a href="http://www.kickass-themovie.com/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1250777/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Matthew Vaughn<br />
Com: Aaron Johnson, Chloë Moretz, Nicolas Cage, Christopher Mintz-Plasse</p>
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		<title>Olhar Leigo 3.0</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 14:19:44 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar Leigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um tempo sumidos, acho que deu pra perceber que estamos voltando, não é? E para celebrar essa nossa volta depois de um tempo parados, nada melhor que um tapa no visual.
Como vocês já perceberam, estamos de layout novo. Dêem suas opiniões, falem com a gente. E mais novidades vêm aí.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/10/ol2.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/10/ol2.jpg" alt="" title="Olhar Leigo" width="300" height="244" class="alignleft size-full wp-image-3418" /></a>Depois de um tempo sumidos, acho que deu pra perceber que estamos voltando, não é? E para celebrar essa nossa volta depois de um tempo parados, nada melhor que um tapa no visual.</p>
<p>Como vocês já perceberam, estamos de layout novo. Dêem suas opiniões, falem com a gente. E mais novidades vêm aí.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nosso Lar: bê-a-bá espírita</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 18:34:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chica Xavier]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Baseado no best-seller espírita com o mesmo nome, Nosso Lar é o  filme mais caro do cinema brasileiro. Mas, apesar de toda a expectativa por um blockbuster brazuca, o longa decepciona.
A história começa com a morte súbita de André Luiz, médico austero, que faz uma passagem para algo parecido com um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/10/nosso-lar-300x196.jpg" alt="" title="Nosso Lar" width="300" height="196" class="alignleft size-medium wp-image-3388" />Baseado no best-seller espírita com o mesmo nome, Nosso Lar é o  filme mais caro do cinema brasileiro. Mas, apesar de toda a expectativa por um blockbuster brazuca, o longa decepciona.<span id="more-3385"></span></p>
<p>A história começa com a morte súbita de André Luiz, médico austero, que faz uma passagem para algo parecido com um purgatório. Depois de finalmente ser resgatado por espíritos de um <em>plano superior</em>, tenta compreender sua nova realidade.</p>
<p>Nosso Lar é como uma crônica do pós-morte. Por ser baseado no livro psicografado por Chico Xavier, é uma história auto-biográfica, segundo o Espiritismo. Não há tramas, reviravoltas, mocinho, bandido. Apenas a sequência de eventos que envolve um homem ao <em>desencarnar</em>.</p>
<p>Por isso mesmo o filme acaba sendo enfadonho. É como ler um livro <em>Introdução ao Espiritismo</em>. Assistir a um documentário sobre um dia comum de um homem comum.</p>
<p>Com um orçamento estimado em R$ 20 milhões é até o momento <strong>o filme mais caro da história do cinema brasileiro</strong>. Para comparar, Cidade de Deus custou por volta de R$ 8 milhões. Com tanto dinheiro para gastar, a produção decidiu investir muito na parte visual. Associou-se à empresa responsável pelos efeitos em Watchmen. A trilha sonora foi criada por Philip Glass, ganhador de Oscar.</p>
<p>Em parte a estratégia deu certo. Se por um lado a cidade retratada, apesar de muito bonita, revela um ambiente estéril demais para ser palpável, o tal <strong>purgatório é talvez a melhor parte do filme</strong>, embrulhando o estômago de muita gente.</p>
<p>Infelizmente a produção e o diretor não deram tanta ênfase aos atores. <strong>Não há boas atuações</strong>. Pelo contrário, por vezes temos a impressão de estar assistindo uma novela da Record. De todo o elenco, o único que consigo ressaltar é Othon Bastos, que, na sua pequena participação como Governador da cidade, deixa uma forte impressão quando seu personagem é apresentado. E talvez por tentar ser fiel demais ao livro, os diálogos acabam sendo inverossímeis e didáticos.</p>
<p>Embora tenha todos esses defeitos, Nosso Lar é interessante para quem não conhece e quer conhecer o básico da doutrina espírita. Ou para quem já conhece e quer vê-los retratados no maravilhoso mundo do cinema. Além disso, é muito bom ter um filme brasileiro desse porte. Até a presente data, mais de três milhões de pessoas já tinham assistido. Um número maiúsculo que mostra que o cinema no Brasil pode ser cada vez mais profissional e andar com as próprias pernas.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9734;&#9734;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Nosso Lar (2010)&nbsp;<a href="http://www.nossolarofilme.com.br/" rel="official-site" title="Site Oficial"></a><a href="http://www.imdb.com/title/tt1467388/" rel="imdb" title="Link IMDb"></a><br />
De: Wagner de Assis<br />
Com: Renato Prieto, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Othon Bastos, Chica Xavier</p>
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		<title>Michael Caine explica o final de A Origem – e a minha opinião</title>
		<link>http://olharleigo.com/noticias/3375</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 19:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Origem]]></category>
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		<category><![CDATA[Spoiler]]></category>
		<category><![CDATA[Teorias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem preciso dizer que aqui tem spoilers, não é? Se você não assistiu A Origem nem deveria estar lendo isso. Tem outras coisas pelo site. Vai ler o review do filme, por exemplo. Ou ver uns top 5. Mas aqui agora apenas quem já assistiu o filme. 
Tá fazendo o quê ainda aí? Vai para o início. Ou senão  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/09/caine-dicaprio-300x126.jpg" alt="" title="Michael Caine e Leonardo DiCaprio" width="300" height="126" class="alignleft size-medium wp-image-3377" />Nem preciso dizer que <strong>aqui tem spoilers</strong>, não é? Se você não assistiu A Origem nem deveria estar lendo isso. Tem outras coisas pelo site. Vai ler o <a href="http://olharleigo.com/reviews/2968">review do filme</a>, por exemplo. Ou ver uns <a href="http://olharleigo.com/category/top-5">top 5</a>. Mas aqui agora apenas quem já assistiu o filme. </p>
<p>Tá fazendo o quê ainda aí? Vai para o <a href="http://olharleigo.com/">início</a>. Ou senão vai ler um <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGl2cm8rY2luZW1hXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMzgwMA==-64" class="bbli">livro<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. Depois que você assistir o filme você volta aqui, ok?</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Bom, agora que nos livramos de estragar o filme de alguém, vamos à <a href="http://www.aintitcool.com/node/46779">notícia</a>. </p>
<p><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmF0bWFuK0JlZ2lucyUyQytPK0NhdmFsZWlybytkYXMrVHJldmFzJTJDK18jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzM4MDA=-104" class="bbli">Michael Caine<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, que interpreta o sogro do personagem de <a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T3MrSW5maWx0cmFkb3MlMkMrVGl0YW5pYyUyQytEaWFtYW50ZStkZStTYW5ndWVfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18zODAw-108" class="bbli">Leonardo DiCaprio<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> em A Origem, deu uma entrevista em que explicou o final do filme.</p>
<p>Muita gente fica se perguntando se o objeto, o totem, caiu ou não. Sir Caine foi enfático: <strong>sim, caiu</strong>. Segundo o veterano ator, o diretor Christopher Nolan reúne-se com seu staff antes de cada produção para falar sobre o filme e deu o serviço. E o fato de seu personagem aparecer por si só seria um indicativo de que a parte final é a realidade, já que <strong>ele próprio nunca aparece nos sonhos</strong>.</p>
<p>Se seu inglês, sua soberba e seu humor ácido britânicos estiverem em dia, <a href="http://www.bbc.co.uk/programmes/b00twxzw#p00b9p1f">clique aqui</a> e ouça a entrevista. A partir de uma hora e 45 minutos eles tocam no assunto.</p>
<p>Agora a minha opinião. Eu também acho que o totem cai. Porém, repito, na minha opinião, <strong>todo o filme é um sonho</strong>. E dentro da realidade daquele sonho, o objeto cai. Passaria a não cair a partir daquele nível de sonho. Baseio-me nos seguintes fatos:</p>
<ul>
<li>Toda a suposta &#8220;realidade&#8221; acontece muito fácil. Cobb (DiCaprio) arranja um trabalho, consegue uma arquiteta (que, apesar de estudar em Paris, fala inglês de cara), investiga a vida do sujeito, executa o serviço e, quando chega em casa, tudo está uma maravilha, até seu sogro o espera no aeroporto, como se nada tivesse acontecido, tudo muito idealizado. Não é coerente com a complexidade do resto do filme, os sonhos.</li>
<li>Muitas dicas são dadas de que a realidade é o sonho de Cobb. O homem no porão de Yusuf diz ao personagem principal: &#8220;O sonho se tornou a realidade deles. Quem é você para dizer o contrário?&#8221; Em outro momento, a fuga de Cobb passa por ele apertado entre dois prédios. Algo comum em sonhos. Outro tema recorrente em sonhos é estar em um lugar, de repente estar em outro. Os personagens estão num lugar, de repente Quênia, de repente Paris&#8230; Além de tudo isso, o filme começa num ritmo alucinante, sem entendermos como fomos parar ali. Cobb, ao falar a Ariadne (Ellen Page), ele diz que não saber como chegou ali é uma característica de sonho.</li>
<li>Nem se toca no assunto do totem de Cobb, ele usa o que era da sua esposa.</li>
</ul>
<p>De qualquer maneira, a melhor pergunta que se pode fazer sobre o assunto é a seguinte:</p>
<p><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2010/09/inception-fim.jpg" alt="" title="Inception" width="425" height="706" class="aligncenter size-full wp-image-3378" /></p>
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