Heavy Rain: um filme jogável (ou seria o contrário?)

Sabe quando você assiste a um filme e fica indignado com o desenrolar da história? Com os acontecimentos ou com as atitudes de determinado personagem? E ai você pensa: e se tivesse sido diferente? E se eu pudesse intervir? Heavy Rain é um filme no qual você pode. É um game para jogar e assistir. Cada intervenção feita pelo jogador influencia o que está para acontecer. Continuar lendo

Muitos aplausos para “À Deriva”

a-deriva1Com atores conhecidos como Débora Bloch, Cauã Reymond, Camilla Belle (de 10.000 A.C.) e novatos como Laura Neiva, de 16 anos, que foi descoberta pelo Orkut , o filme “À Deriva” teve mais de cinco minutos de aplausos em sua exibição no Festival de Cannes.
Depois do ótimo “O Cheiro do Ralo” e de “Nina” este é terceiro filme do brasileiro Heitor Dhalia.  Se passa no fim dos anos 80 e mostra as experiências de uma pré-adolescente que enfrenta uma crise no casamento dos pais.  Fruto de um contrato de co-produção entre a Focus (braço independente da Universal) e a O2 Filmes, de Fernando Meirelles, o filme é o primeiro de um pacote de cinco. Vem coisa boa por ai!

O Casamento de Rachel: simplesmente bom

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casamento-rachel2Já nas primeiras tomadas de O Casamento de Rachel, percebemos que a fotografia será um espetáculo à parte. Câmera trepidante (câmera na mão tem se tornado moda), closes exagerados e ajustes aparentemente deselegantes de enquadramento proporcionam uma sensação de tensão, ansiedade e velocidade, em contraste com os diálogos nada acelerados ou abreviados.

A trama gira em torno de um turbulento fim de semana da família Buchman. A Rachel do título (Rosemarie DeWitt) vai se casar com Sidney (Tunde Adebimpe). Kym (Anne Hathaway), sua irmã, retorna do longo tempo afastada em uma clínica de reabilitação de dependentes de drogas para prestigiar o grande acontecimento. Em meio à toda a expectativa, os primeiros preparativos para a festa e as comemorações propriamente ditas, questões delicadas da família vêm à tona. Ciúmes, superproteção, lembranças… Nesse momento o expectador já está inserido no contexto como se fosse um parente ou amigo da família que foi convidado e assiste tudo de perto.

Se a fotografia é genial, as atuações são magistrais. Destaque para a belíssima Anne Hathaway, que, fugindo de uma interpretação estereotipada, em nada lembra a ingênua secretária de O Diabo Veste Prada e nos apresenta a personagem mais trágica da película. Interessante notar como o título do longa brinca de maneira inteligente com a inversão de papéis protagonista/coadjuvante entre Rachel e Kym. Assista e tire suas conclusões.

Um drama denso, simples e bom! Simples por não ter as pretensões de ser um blockbuster – e realmente não é – e bom porque de fato envolve e emociona!

Ivete Sangalo em “A Turma da Ivetinha” ou “Ivy and Friends”

Já imaginou Ivete Sangalo como personagem de desenho animado? O pessoal da Caco Motion, uma empresa do Grupo Caco de Telha, sediada em Salvador já. E a idéia foi uma das selecionadas para o PIC (Programa Internacional de Capacitação). Idealizado pela ABPI-TV (Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão) o PIC visa estimular o setor de produção audiovisual brasileiro e o estabelecimento de parcerias internacionais.

Não foi divulgada ainda a forma de veiculação, mas o que se sabe é que “A Turma da Ivetinha” ou “Ivy and Friends”, título em inglês, será uma série de animação 3D e vai narrar as aventuras da cantora quando criança.