<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Olhar Leigo &#187; Bruno Zé</title>
	<atom:link href="http://olharleigo.com/author/bruno/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://olharleigo.com</link>
	<description>A visão aguçada do Leigo em Cinema e TV</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Mar 2012 17:41:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<image>
<link>http://olharleigo.com</link>
<url>http://olharleigo.com/wp-content/mbp-favicon/olfavicon.png</url>
<title>Olhar Leigo</title>
</image>
	<!-- Wordpres Counter -->
	<item>
		<title>A Invenção de Hugo Cabret: Scorsese falha no emocional</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3885</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3885#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 23:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[ASA BUTTERFIELD]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Kingsley]]></category>
		<category><![CDATA[Chloë Grace Moretz]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Mortimer]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Frances de la Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Helen McCrory]]></category>
		<category><![CDATA[jude law]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Stuhlbarg]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Winstone]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Griffiths]]></category>
		<category><![CDATA[Sacha Baron Cohen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3885</guid>
		<description><![CDATA[Comparando com seus últimos três trabalhos, A Invenção de Hugo Cabret está mais para O Aviador do que para Os Infiltrados ou A Ilha do Medo. Isso porque seu novo longa é tecnicamente impecável, porém peca na parte emocional e é um tanto quanto arrastado. Isso é um defeito ainda mais grave por se  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo-300x214.jpg" alt="" title="hugo" width="300" height="214" class="alignleft size-medium wp-image-3886" /></a>Comparando com seus últimos três trabalhos, A Invenção de Hugo Cabret está mais para O Aviador do que para Os Infiltrados ou A Ilha do Medo. Isso porque seu novo longa é tecnicamente impecável, porém peca na parte emocional e é um tanto quanto arrastado. Isso é um defeito ainda mais grave por se tratar de uma aventura infantil. O que pode ser explicado por sua &#8220;inexperiência&#8221; no gênero.</p>
<p><span id="more-3885"></span></p>
<p>O roteiro de John Logan, adaptado do livro de Brian Selznick, acompanha o personagem do título (Asa Butterfield) &#8211; um órfão que vive escondido nos complexos túneis de uma estação de trem em Paris na década de 30 &#8211; e sua obsessão pelo conserto de um autômato (uma espécie de androide) encontrado por seu pai (relojoeiro que ensinou o ofício ao garoto) antes de morrer num incêndio. Ocorre que Hugo acredita haver uma mensagem do seu pai guardada no autômato. Para isso ele vive &#8220;roubando&#8221; engrenagens e ferramentas que encontra nas diversas lojas da estação. Numa de suas &#8220;caçadas&#8221; ele acaba sendo pego pelo dono de uma loja de brinquedos (Ben Kingsley) que, em troca de não entregá-lo ao inspetor da estação (Sacha Baron Cohen), o obriga a trabalhar na loja para pagar as diversas peças que surrupiou. Nesse meio tempo, Hugo acaba fazendo amizade com a afilhada do dono da loja, a jovem Isabelle (Chloë Grace Moretz), com quem irá embarcar na aventura de descobrir a suposta mensagem. Tudo isso, no entanto, é apenas um pretexto para uma história que, assim como em <a href="http://olharleigo.com/reviews/3867">O Artista</a>, no fundo é uma grande homenagem a sétima arte.</p>
<p>Antes de qualquer &#8220;análise&#8221;, aproveito para confessar que não conheço a obra literária na qual Scorsese se baseou. Dito isto, Hugo é uma produção tecnicamente impecável: da fotografia à direção de arte, passando pela trilha sonora e figurino. Não a toa, o longa concorreu e levou a maior parte dos prêmio técnicos do Oscar 2012. Scorsese é um exímio conhecedor de seu ofício e isso não é novidade. A fotografia com a direção de arte, criam uma imersão deveras eficiente numa Paris dos anos 30. Não bastasse isso, a bela trilha sonora complementa a experiência e faz com que o espectador queira visitar a estação de trem onde Hugo vive.</p>
<p>Sobre a trilha sonora, um detalhe interessante é quanto a origem da mesma. Explico: em vários momentos (confesso que não observei se é em todos) a trilha tem origem no próprio universo do longa. Ou seja, se estamos ouvindo um violino ou uma flauta em ritmo acelerado numa perseguição, momentos depois vemos que na verdade, essa música está sendo tocada por músicos presentes no filme. Num dado momento, por sinal, os personagens se esbarram nos músicos e a trilha é interrompida.</p>
<p>Os efeitos visuais, aliados a uma fotografia retro, são belíssimos e dão o tom de fábula da obra. O que tornam as impossibilidades do longa (como a de um garoto de 12 anos ser o responsável por manter todos os relógios da estação funcionando) bastante críveis. Particularmente, achei o visual de Hugo, ainda que bem mais &#8220;contido&#8221;, bastante semelhante ao do musical Moulin Rouge.</p>
<p>É uma pena, no entanto, que com todas essas qualidades, a película peque justamente na parte emocional. Digo isso porque por tratar-se de uma história que necessite de uma conexão com o protagonista (é uma aventura infantil e precisamos torcer pelo &#8220;herói&#8221;), o diretor precisaria de um ator com um carisma suficiente para conquistar o público e não é isso que acontece. Butterfield apresenta uma interpretação insossa que beira o antipático. Isso faz com que a empolgação e o ânimo imprimidos por Moretz soem artificiais. Sem falar que o ritmo do filme é um tanto quanto arrastado para uma aventura infantil.</p>
<p>Talvez Scorsese devesse se espelhar em Spielbgerg, que em tantas obras soube usar como ninguém o talento de seus atores mirins para emocionar platéias por várias gerações. Vide E.T., Inteligência Artificial e, até mesmo, seu remake de Guerra dos Mundos. É uma pena que toda a competência e conhecimento cinematográfico de Scorsese sejam desperdiçados num projeto que, apesar do potencial, falha no trabalho de atores. Ainda que o resultado final não seja um primor (emocionalmente falando), Hugo é um filme com apuro técnico impecável. E não deixa de ser louvável, ver um cineasta consagrado pisando em terreno desconhecido. Quem sabe na próxima?</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Hugo (2011)<br />
Direção: Martin Scorsese<br />
Com: Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Ben Kingsley, Sacha Baron Cohen, Ray Winstone, Emily Mortimer, Christopher Lee, Helen McCrory, Michael Stuhlbarg, Frances de la Tour, Richard Griffiths, Jude Law</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3885/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Histórias Cruzadas: faltou sinceridade</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3876</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3876#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 03:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Tate Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3876</guid>
		<description><![CDATA[Histórias Cruzadas, obra do diretor Tate Taylor, peca na sua incoerência com seu próprio universo e com o tom estabelecido por seu diretor, o que não deixa de ser uma falta de sinceridade para com o seu público. Estabelecendo-se apenas como um bom filme para uma &#8220;sessão da tarde&#8221;, é de se estranhar  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/The-Help-Movie.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/The-Help-Movie-300x202.jpg" alt="" title="The Help Movie" width="300" height="202" class="alignleft size-medium wp-image-3877" /></a>Histórias Cruzadas, obra do diretor Tate Taylor, peca na sua incoerência com seu próprio universo e com o tom estabelecido por seu diretor, o que não deixa de ser uma falta de sinceridade para com o seu público. Estabelecendo-se apenas como um bom filme para uma &#8220;sessão da tarde&#8221;, é de se estranhar sua indicação ao prêmio de melhor filme do ano de 2011.</p>
<p><span id="more-3876"></span></p>
<p>A trama, escrita pelo próprio Tate Taylor, acompanha a aspirante a escritora Skeeter Phelan (vivida por Emma Stone) em sua tentativa de escrever um livro sobre a discriminação e maus tratos impostos às empregadas domésticas &#8220;de cor&#8221; (como é dito no próprio filme) nos anos 60 em uma cidade do interior do Mississipi (estado conhecido, pelo menos no cinema, por seu histórico de racismo). O mais interessante é o fato de que os maus tratos são oriundos das &#8220;madames&#8221; brancas que anos antes tiveram essas mesmas empregadas como suas babás e educadoras.</p>
<p>O clima controverso de amor e ódio estabelecido pelo roteiro desde o início, aliado ao tom de denúncia numa cidade real, cria um nível de imersão que diversas vezes será quebrado durante o filme. O que é uma pena, uma vez que a premissa é até interessante. Impossível, por exemplo, não achar um absurdo o elemento que é utilizado como tábua de salvação pelas protagonistas para poder escrever as histórias do livro. E não há suspensão de descrença que justifique a introdução de tamanho despautério, uma vez que o próprio diretor estabelece um universo calcado na nossa realidade.</p>
<p>Isso sem falar no forçado interesse romântico de Skeeter que, de tão artificial, é descartado de forma tão abrupta e sem nenhuma justificativa coerente do roteirista que nos faz questionar o real objetivo de sua inserção na narrativa. E por um tempo eu cheguei a formular algumas teorias a respeito, mas o personagem aparece tão pouco que só voltei a pensar no mesmo no momento de sua saída. Confesso que cheguei a desconfiar se não era alguma jogada do diretor.</p>
<p>Mas o que mais incomoda talvez seja a visão maniqueísta de seus personagens. Não há personagens humanos e multifacetados ou algo do tipo, todos são divididos (basicamente) em duas categorias: os vilões &#8220;nazistas&#8221; e os santos heróis. O pior é quando personagens do primeiro grupo (vilões) resolve na reta final mudar de time. E o mais triste é ver que o diretor, ao panfletar contra o racismo, acaba centralizando sua narrativa em como os brancos em sua santa bondade salvam os negros coitados, ao invés de focar no sofrimento destes. E quando tudo se &#8220;resolve&#8221;, não há um sentimento de risco para as protagonistas, o que soa muito estranho visto o pano de fundo apresentado (Mississipi nos anos 60) e levando em consideração tudo o que elas realizam.</p>
<p>Não chega a ser uma catástrofe, mas Histórias Cruzadas peca ao trair seu público e seu próprio universo, além de apresentar uma visão óbvia e maniqueísta sobre um assunto tão importante e complexo. Pode até entreter e servir como um efêmero passatempo, mas está longe se ter sido uma das nove melhores &#8220;coisas&#8221; que o cinema americano produziu em 2011.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
The Help (2011)<br />
Direção: Tate Taylor<br />
Com: Emma Stone, Viola Davis, Octavia Spencer</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3876/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Artista: uma ode ao cinema</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3867</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3867#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 12:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Bérénice Bejo]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[James Cromwell]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Dujardin]]></category>
		<category><![CDATA[John Goodman]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Hazanavicius]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2012]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3867</guid>
		<description><![CDATA[O Artista é um daqueles filmes que te faz sair do cinema com um sorriso de orelha a orelha. Curiosamente, um dos favoritos ao Oscar desse ano, &#8220;inova&#8221; justamente ao fazer algo já &#8220;ultrapassado&#8221; na indústria cinematográfica. O longa de Michel Hazanavicius é, antes de mais nada, uma bela homenagem ao  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/o-artista.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/02/o-artista-300x225.jpg" alt="" title="o artista" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-3869" /></a>O Artista é um daqueles filmes que te faz sair do cinema com um sorriso de orelha a orelha. Curiosamente, um dos favoritos ao Oscar desse ano, &#8220;inova&#8221; justamente ao fazer algo já &#8220;ultrapassado&#8221; na indústria cinematográfica. O longa de Michel Hazanavicius é, antes de mais nada, uma bela homenagem ao clássico e elegante cinema mudo. Mas e se no meio do caminho ele presenteia a platéia com uma obra tocante, que mal há?</p>
<p><span id="more-3867"></span></p>
<p>O roteiro, escrito pelo próprio Hazanavicius, acompanha o galã do cinema mudo George Valentin (Dujardin num trabalho belíssimo) que, de adorado pelo público, vê na chegada do cinema falado sua derrocada enquanto que a jovem e bela Peppy Miller (vivida com um brilho especial pela linda Bérénice Bejo), após um encontro com o astro, percorre o caminho inverso rumo ao estrelato.</p>
<p>Confesso que nunca havia assistido a um filme mudo inteiro. Minha única &#8220;experiência&#8221; com o gênero (se é que pode ser chamado assim) são alguns recortes de filmes do Chaplin. Dito isso, fiquei curioso para acompanhar uma obra sem nenhum diálogo falado &#8211; pois há diálogos no filme &#8211; por mais de uma hora de projeção. E é sublime perceber o que o cinema é capaz de transmitir apenas com imagens em movimento e uma música de fundo. Aliás, importante salientar a importância da trilha sonora que além de belíssima é fundamental para contextualizar o espectador, oscilando entre o drama, a comédia, o suspense e o romântico.</p>
<p>Com uma fotografia soberba que utiliza, inclusive, o formato típico da época (a janela 1,33:1), O Artista tem sua maior força no trabalho dos atores. Dujardin e Bejo possuem uma química perfeita e conquistam o público desde a primeira cena em que se encontram. E é interessante notar o equilíbrio dos personagens na tela. Se num primeiro momento temos uma Miller mais contida e ingênua, vemos em Valentin uma contrapartida auto-confiante e cheia de vigor. Conforme a história avança, vemos uma inversão orgânica de papéis muito bem construída não só pelos atores, mas também pelo roteiro e direção. Como não notar o filme em cartaz numa cena em que Valentin encontra-se em declínio: A Estrela Solitária.</p>
<p>Outro aspecto digno de nota na obra é a meta-linguagem presente por toda a projeção. O Artista é cinema falando de cinema. É um filme mudo falando sobre o cinema mudo e tem em seus personagens principais a representação das duas eras. Dito isto, a cena do filme produzido por George em que o herói é engolido pela areia movediça é tocante e emblemática. E o que falar do belíssimo movimento de câmera final que dá um desfecho elegante que, não só é coerente, como sintetiza tudo o que o filme representa.</p>
<p>Formulaico? Pode até ser. Clichê? Depende do ponto de vista. Pois a idéia é justamente a de &#8220;recriação&#8221; de um cinema que &#8220;formulou&#8221; todos os clichês presentes no filme. E como evitar elementos clássicos do cinema mudo romântico se esta obra é prima justamente por ser uma ode ao cinema, sua história e evolução. Um típico romance que agrada em cheio os &#8220;amantes&#8221; e os &#8220;amantes do cinema&#8221;.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
The Artist (2011)<br />
Direção: Michel Hazanavicius<br />
Com: Jean Dujardin, Bérénice Bejo, John Goodman, James Cromwell.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3867/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sherlock: a série da BBC</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3848</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3848#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 16:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Cumberbatch]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Gatiss]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Freeman]]></category>
		<category><![CDATA[Rupert Graves]]></category>
		<category><![CDATA[series]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Moffat]]></category>
		<category><![CDATA[Una Stubbs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3848</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente, após assistir e escrever sobre Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras, acabei lendo sobre uma série televisiva produzida pela BBC de Londres que também buscava uma revitalização nas aventuras do detetive mais famoso da literatura. Depois de ver tantos elogios sobre a produção, resolvi  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-and-watson-bbc-2010.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-and-watson-bbc-2010-300x210.jpg" alt="" title="sherlock-and-watson-bbc-2010" width="300" height="210" class="alignleft size-medium wp-image-3849" /></a>Recentemente, após assistir e escrever sobre <a href="http://olharleigo.com/reviews/3775"><em>Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras</em></a>, acabei lendo sobre uma série televisiva produzida pela BBC de Londres que também buscava uma revitalização nas aventuras do detetive mais famoso da literatura. Depois de ver tantos elogios sobre a produção, resolvi conferir o episódio piloto para dar um parecer embasado sobre a obra. Depois de protelar um pouco, assisti o piloto e tenho que fazer coro com os apreciadores do programa: a produção é excelente!<span id="more-3848"></span></p>
<p>Uma das críticas feitas pelos fãs mais xiitas do personagem em relação aos longas de Guy Ritchie, diz respeito a visão mais &#8220;esportista&#8221; do herói. Ainda que o Sherlock de <strong>Robert Downey Jr</strong> seja dono de uma inteligência praticamente sobre-humana, o diretor foca bastante na ação e não raro o vemos desferindo porrada em boa parte da película. Particularmente, acho legal a revitalização, mas convenhamos, Holmes é conhecido por sua inteligência. E nos longas isso é demonstrado de maneira tão veloz (consequência da opção por um filme de ação) que não conseguimos acompanhar o raciocínio do herói.</p>
<p>Dito isso, <em>Sherlock</em> é, em sua essência, muito mais fiel ao texto original de Sir Arthur Conan Doyle. Digo em essência porque a série opta por uma mudança radical no tempo em que a trama se passa: ao invés da Inglaterra vitoriana, o detetive é colocado na Londres atual, com smartphones, internet, etc&#8230; Alguns detalhes foram alterados (como o cachimbo que é substituído por adesivos de nicotina), mas a essência dos personagens estão intactas. Desde a relutância de Watson a entrar nas investigações de Holmes, ao famoso endereço na Baker Street. E o principal: o poder de dedução do astuto investigador continua impecavelmente cativante. Como o foco da série é justamente nesse ponto, o ritmo é mais cadenciado e é divertido acompanhar o processo de investigação e tentar se antecipar ao herói na solução do caso. O formato do programa e a forma como o personagem é retratado, parece uma mistura de <em>CSI</em> com doses de <em>Dr. House</em>. Isso é engraçado, uma vez que o médico mais ranzinza (e genial) da tv foi inspirado justamente na obra de Conan Doyle.</p>
<p>Os atores escolhidos para os papéis principais são carismáticos e fazem um excelente trabalho na caracterização da dupla. <strong>Benedict Cumberbatch</strong> como Sherlock e <strong>Martin Freeman</strong> (o Arthur Dent de <em>O Guia do Mochileiro das Galáxias</em> e que fará Frodo em <em>O Hobbit</em>) possuem uma química interessante. Holmes sempre brilhante e numa auto-confiança que beira a arrogância, enquanto o doutor (sim, Watson também é um médico nessa nova versão), impressionado com a perspicácia do detetive, mostra-se sempre mais comedido e um tanto inseguro servindo de contraponto ao impulsivo herói e dando equilíbrio ao relacionamento.</p>
<p>Ainda preciso ver os outros episódios para confirmar a qualidade da série (foram produzidas duas temporadas com 3 episódios de 90 minutos cada e já tem uma terceira temporada garantida), mas se o que ví no piloto for apenas a ponta do iceberg, posso garantir que, com um ritmo mais cadenciado, boas interpretações e focando na solução dos enígmas/crimes ao invés da ação frenética, Sherlock é bem superior aos dois longas Hollywoodianos e um programa mais do que recomendado.</p>
<p>Confira abaixo um trailer da produção.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cSQq_bC5kIw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Sherlock (2010)<br />
Criadores: Mark Gatiss, Steven Moffat<br />
Com: Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Una Stubbs, Rupert Graves</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3848/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2 Coelhos: uma bela colagem de referências pop</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3839</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3839#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Afonso Poyart]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Negrini]]></category>
		<category><![CDATA[Caco Ciocler]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alves Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Marat Descartes]]></category>
		<category><![CDATA[Neco Vila Lobos]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Thaíde]]></category>
		<category><![CDATA[Thogun]]></category>
		<category><![CDATA[Yoram Blaschkauer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3839</guid>
		<description><![CDATA[2 coelhos, filme de estréia de Fernando Poyart, é a produção mais pop da história do cinema brasileiro. Cheio de referências à cultura nerd, o longa se beneficia de uma roupagem moderna pouco vista no cinema brazuka. Curiosamente, é exatamente esse excesso de referências que impede a produção de se  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos.jpeg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos-300x181.jpg" alt="" title="2-coelhos" width="300" height="181" class="alignleft size-medium wp-image-3845" /></a>2 coelhos, filme de estréia de Fernando Poyart, é a produção mais pop da história do cinema brasileiro. Cheio de referências à cultura nerd, o longa se beneficia de uma roupagem moderna pouco vista no cinema brazuka. Curiosamente, é exatamente esse excesso de referências que impede a produção de se tornar uma obra prima.</p>
<p><span id="more-3839"></span></p>
<p>A trama acompanha Edgar (Fernando Alves Pinto), um típico brasileiro que vive espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a corrupção presente no poder público. Cansado de ser vítima desta situação, ele bola um plano para conseguir 2 milhões de dólares dessas duas alas podres da sociedade. Na medida que seu plano é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história.</p>
<p>Roteirizado pelo próprio Poyart, <em>2 Coelhos</em>, prende nossa atenção até o último minuto da projeção com várias revelações que vão sendo liberadas em doses homeopáticas. Com diálogos divertidíssimos e repletos de referências a internet, filmes e videogames, o texto abusa de uma linguagem moderna e bastante contextualizada (em um dado momento, um personagem empresta o celular com a ressalva &#8220;<em>Fala rápido que estou com pouco crédito.</em>&#8220;) que agradará principalmente a chamada &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geração_Y" target="_blank">geração y</a>&#8220;, que com certeza irá se identificar com o universo retratado. Sempre alternando de maneira coesa entre presente e passado, a trama é instigante e repleta de reviravoltas. O cineasta introduz os personagens quase que como se montasse uma partida de xadrez. Pouco a pouco as histórias vão se entrelaçando e o quebra-cabeça vai sendo desvendado de maneira bastante inteligente. </p>
<p>O elenco não apresenta nada de excepcional, mas entrega um trabalho bastante competente. Destaque para Fernando Alves Pinto que encontrou o tom certo para o personagem principal &#8211; um herói imperfeito e humano &#8211; e Marat Descarts que, evitando a histeria habitual dos bandidos no cinema, interpreta um vilão imprevisivelmente perigoso. O diretor acerta também na escolha do elenco de apoio, que se sai bem nas sequências de ação e ainda é responsável pelas, sempre eficientes, cenas de alívio cômico (destaque para a cena da espada na favela).</p>
<p>Com efeitos poucas vezes vistos no cinema nacional (eu confesso que nunca vi), 2 Coelhos é um sopro de inovação na cinematografia brasileira. Poyart bebe de várias fontes para apresentar um visual esteticamente moderno, desde a edição frenética dos primeiros trabalhos de Guy Ritchie, à montagem não linear típica de Quentin Tarantino, passando pelo super slow motion de Zack Snyder e afins. Se por um lado esse visual embeleza a obra, por outro, o diretor parece querer utilizar todas essas referências num só longa e o resultado acaba mais parecendo uma colcha de retalhos do que um filme com identidade própria. Longe de estragar a experiência, esse deslize apenas impede que a película alcance o status de obra prima, uma vez que os méritos parecem vir dos longas originais.</p>
<p>Com um roteiro inteligente, divertido e coeso, 2 Coelhos é uma obra empolgante que instiga o público do início ao fim. Ainda que careça de uma identidade própria, o diretor merece crédito pela bela colagem de referências pop que elaborou.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
2 Coelhos (2012)<br />
Direção: Afonso Poyart<br />
Com: Alessandra Negrini, Caco Ciocler, Fernando Alves Pinto, Marat Descartes, Neco Vila Lobos, Thogun, Thaíde, Yoram Blaschkauer, Robson Nunes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3839/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>To The Moon: excelente narrativa, jogo nem tanto</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3816</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3816#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Kan Gao]]></category>
		<category><![CDATA[To The Moon]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3816</guid>
		<description><![CDATA[(No intuito de não estragar a experiência do jogador, esse review evitará Spoilers e conterá apenas uma sinopse da trama e se concentrará na análise de elementos técnicos.)
Fiquei sabendo da existência de To The Moon através do Dash Podcast do site Jogabilida.de. Não costumo ouvir podcasts sobre um  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-2.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-2-300x224.jpg" alt="" title="to-the-moon-2" width="300" height="224" class="alignleft size-medium wp-image-3817" /></a>(<em>No intuito de não estragar a experiência do jogador, esse review evitará Spoilers e conterá apenas uma sinopse da trama e se concentrará na análise de elementos técnicos.</em>)</p>
<p>Fiquei sabendo da existência de <em>To The Moon</em> através do <strong>Dash Podcast</strong> do site <strong><a href="http://Jogabilida.de" target="_blank">Jogabilida.de</a></strong>. Não costumo ouvir podcasts sobre um jogo ou filme que ainda não joguei ou assisti. Mas bastou ver a primeira imagem do game para pensar: &#8220;<em>Ah, é apenas mais um RPG Japonês. Não joguei e não vou jogar. Posso ouvir o podcast.</em>&#8220;. Depois de ouvir alguns minutos do programa, tamanha era a paixão dos apresentadores que resolvi parar de ouvir e dar uma chance a obra. Que sorte a minha!<span id="more-3816"></span></p>
<p><em>To The Moon</em> é um jogo indie desenvolvido pela <strong>freebird games</strong>, tendo o <em>game designer</em> Kan Gao como mente criativa por trás de &#8220;tudo&#8221; (não exatamente tudo, mas&#8230; você entendeu). A trama, inspirada &#8211; segundo o próprio Kan Gao &#8211; em filmes como <em>Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças</em>, <em>Amnésia</em>, <em>Vanila Sky</em>, passando por <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> e <em>Wall-e</em>, acompanha o Dr Neil Watts e a Dra. Eva Rosalene, dois cientistas prestes a realizar o último desejo de John, um homem bastante idoso nos momentos finais de sua vida: ir para a lua. Acontece que esses cientistas não construirão um foguete e lançarão seu cliente para o satélite. A Sigmund Corporation, empresa na qual eles trabalham, possui uma tecnologia semelhante a do filme <em><a href="olharleigo.com/reviews/2968">A Origem</a></em> e a dupla precisa entrar na mente de John para inserir o sonho de ir à lua no meio das lembranças do hospedeiro de modo que o mesmo não desista de realizá-lo, ainda que virtualmente. No entanto, para iniciar o processo, é necessário saber o motivo. Só que John não faz idéia de porque quer ir para a lua? É quando os cientistas decidem viajar nas lembranças do cliente para buscar pistas e só então concluir a missão.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-4.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-4-300x206.jpg" alt="" title="to-the-moon-4" width="300" height="206" class="alignright size-medium wp-image-3818" /></a>Apresentando uma estética típica dos RPG&#8217;s do Super Nintendo, como Chrono Trigger e Zelda, o jogo é incrivelmente detalhado e bonito. Com efeitos de sombra convincentes e um design de personagens competente que lembra bastante os de Scott Pilgrim. Para reforçar essa estética, foi adotada uma trilha sonora composta basicamente de piano o que lembra bastante os nostálgicos chip tunes utilizados até a geração de 16 bits. Aliás, a trilha é primorosa oscilando entre momentos tensos, descontraídos e emocionalmente tocantes.</p>
<p>A narrativa de To The Moon é, aliada ao excelente roteiro, o ponto alto da experiência. Sua estrutura segue os moldes do filme Amnésia, com uma vantagem: enquanto Nolan utilizava a montagem picotada de trás para frente basicamente para &#8220;esconder&#8221; o todo do espectador, Kan Gao contextualiza e dá sentido a essa inversão temporal. Aliás, ao fim do jogo, tudo faz sentido. O roteiro não deixa pontas soltas e utiliza sabiamente o princípio da pertinência: todos os elementos apresentados são contextualizados e necessários.</p>
<p>E se a estrutura narrativa é maestral, não podemos esquecer a construção dos personagens. Com diálogos inteligentes que alternam suspense e doses exatas de humor, o texto cria uma conexão forte entre jogador e personagem o que só aumenta a imersão.</p>
<p>Com tantos elogios, parece tratar-se de um jogo perfeito, mas é justamente nesse quesito que a obra escorrega: no jogo. Se num primeiro instante o visual nos remete aos típicos RPG&#8217;s de 16 bits, com alguns minutos a jogabilidade mostra-se mais característica de um point-and-click. E o jogo consiste basicamente em explorar o cenário, coletar itens e resolver um simples quebra-cabeça para saltar para diferentes momentos da memória de John. É uma mecânica muito simples, de certo modo, repetitiva, não apresenta desafio algum e que não anda de mãos dadas com a trama. A jogabilidade, diferente da vista no fantástico <em>Braid</em>, não é integrada à narrativa. A impressão que se tem é a de estarmos apenas acompanhando uma excelente história numa mídia diferente. E, no fim das contas, o fator motivador para o jogador continuar avançando acaba sendo apenas a história.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-1.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/to-the-moon-1-300x168.jpg" alt="" title="to-the-moon-1" width="300" height="168" class="alignleft size-medium wp-image-3819" /></a>Com uma trama tocante, bem amarrada e envolvente, To The Moon é apenas razoável enquanto jogo: acho até que, como jogo, ele falha. No entanto, se constitui numa belíssima experiência narrativa pouquíssimas vezes vista em games. Por outro lado, relativamente curto, ele beneficia-se da quase ausência de elementos desnecessário de jogabilidade &#8211; nesse sentido, é uma pena notar que uma referência ao divertido Plantas vs Zumbis constitui-se justamente num dos momentos mais fracos da experiencia &#8211; o que potencializa ainda mais a imersão do jogador.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
To The Moon<br />
Desenvolvido por: freebird games<br />
Distribuido por: <a href="http://freebirdgames.com/to_the_moon/" target="_blank">freebird games</a> (digital)<br />
Disponível para: PC</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3816/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras (e como)</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3775</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3775#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[guy ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Harris]]></category>
		<category><![CDATA[jude law]]></category>
		<category><![CDATA[Noomi Rapace]]></category>
		<category><![CDATA[Rachel McAdams]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Fry]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3775</guid>
		<description><![CDATA[A segunda aventura do mais brilhante investigador da literatura mundial (refiro-me apenas a essa nova franquia) reforça a veia videoclipe do diretor Guy Ritchie e mostra-se mais do mesmo. Não que isso seja algo ruim, mas também não representa nenhum elogio, uma vez que o primeiro Sherlock Holmes é  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-holmes.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlock-holmes-300x203.jpg" alt="" title="sherlock-holmes" width="300" height="203" class="alignleft size-medium wp-image-3781" /></a>A segunda aventura do mais brilhante investigador da literatura mundial (refiro-me apenas a essa nova franquia) reforça a veia videoclipe do diretor Guy Ritchie e mostra-se mais do mesmo. Não que isso seja algo ruim, mas também não representa nenhum elogio, uma vez que o primeiro <em>Sherlock Holmes</em> é apenas agradável. Ritchie optou pelo caminho mais fácil e manteve as mesmas convenções narrativas utilizadas anteriormente e entrega mais uma obra divertida e efêmera.<span id="more-3775"></span></p>
<p>O roteiro, escrito por Michele Mulroney e Kieran Mulroney, mostra-se formulaico e segue as mesmas regras do primeiro longa. A trama acompanha Sherlock Holmes (Robert Downey Jr) investigando uma séries de explosões/atentados que, aliados a um suspeito &#8220;suicídio&#8221;, levam o detetive a unir-se mais uma vez ao seu fiel escudeiro, o Dr. John Watson (Jude Law). Detalhe que Watson está prestes a se casar quando a trama se inicia. Todas as pistas levam a dupla a confrontar o Prof. James Moriarty, gênio da matemática cujas motivações mostrarão-se no fim das contas tão simples e clichê como as de um Lex Luthor, por exemplo. Os roteiristas, por outro lado, parecem querer compensar essa simplicidade complicando desnecessariamente o texto durante a aventura. Confesso que em alguns momentos me senti um tanto perdido durante a sessão.</p>
<p>Se o roteiro é um tanto confuso e rasteiro, a direção é apenas correta e também segue a mesma fórmula utilizada na primeira aventura do detetive. Reutilizando vários planos, o diretor intensifica o uso da super câmera lenta e praticamente repete a sequência da explosão no cais vista no original (ainda que aqui ela se mostre visualmente mais bonita e emocionante). Além disso, o cineasta abusa da edição frenética com vários cortes e em algumas cenas o resultado é confuso e chega a incomodar.</p>
<p>E se por um lado, a fotografia opta pela utilização de sombras por quase todo o longa, o que, aliado a uma direção de arte predominantemente escura, ressalta o momento sombrio pelo qual o mundo está passando &#8211; além de justificar o subtítulo da película -, por outro, esconde o que está acontecendo em várias cenas de ação noturnas. Isso é particularmente triste vindo de um diretor que é conhecido por criar cenas graficamente interessantes.</p>
<p>O ponto fortes da produção é o elenco que com uma química perfeita, mantém o interesse do público por toda a projeção. Se de um lado temos o carisma de Robert Downey Jr., do outro, temos Jared Harris transbordando inteligência e segurança num Moriarty que intimida apenas com o olhar. Os melhores momentos da película são justamente quando os antagonistas se encontram e percebemos que Holmes enfim encontrou um inimigo a sua altura (destaque para a belíssima cena envolvendo um duelo mental entre os dois).</p>
<p>Apoiando-se na competência de seu elenco e com algumas cenas visualmente interessantes, Sherlock Holmes 2, ainda que seja melhor que o primeiro, é apenas uma obra apenas correta que soa encomendada pelo estúdio no intuito de fazer caixa. Não marcará a vida de ninguém, mas vale a pipoca? Elementar meu caro leitor.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9734;&#9734;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes: A Game of Shadows, 2011)<br />
Direção: Guy Ritchie<br />
Com: Robert Downey Jr, Jude Law, Noomi Rapace, Rachel McAdams, Jared Harris, Stephen Fry</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3775/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Testamos Asura&#8217;s Wrath e&#8230;</title>
		<link>http://olharleigo.com/noticias/3723</link>
		<comments>http://olharleigo.com/noticias/3723#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Asura's Wrath]]></category>
		<category><![CDATA[Capcom]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3723</guid>
		<description><![CDATA[Depois de um trailer instigante (apresentando o, a partir daí, famoso Buda Galáctico) com cenas de ação alucinantes, o hype em torno do game Asura&#8217;s Wrath crescia a cada nova informação sobre o lançamento da produção. Eu mesmo fiquei super ansioso pelo lançamento do jogo, que aparentemente seria  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3732" title="asuras-wrath-3" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-3-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a>Depois de um trailer instigante (apresentando o, a partir daí, famoso Buda Galáctico) com cenas de ação alucinantes, o hype em torno do game <em>Asura&#8217;s Wrath</em> crescia a cada nova informação sobre o lançamento da produção. Eu mesmo fiquei super ansioso pelo lançamento do jogo, que aparentemente seria uma versão japonesa do sanguinolento <em>God of War</em>.</p>
<p>Demo baixada, inicio o jogo e&#8230; WHAT?!? O jogo, ou melhor, a demo começa com uma jogabilidade estilo <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-IFIVFbR1fM" target="_blank">After Burner II</a></em>. O personagem correndo &#8220;sozinho&#8221; para frente e você só pode movê-lo para os lados e controlar uma mira que é usada para atirar numa versão em miniatura do Buda Galático.<span id="more-3723"></span></p>
<p>Depois de vários tiros, intercalados com repetitivos e fracos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quick_Time_Event" target="_blank">Quick Time Events</a> (QTE&#8217;s), percebemos que o vilão a sua frente era sim o Buda Galático. Ele conjura um poder para obter dimenssões errrrr&#8230; galáticas(?) e enfim jogamos contra o esperado gigante. Acontece que mais uma vez a jogabilidade (baseada em QTE&#8217;s) falha e infelizmente não temos a sensação de estarmos enfrentando um inimigo tão grandioso. É tudo muito repetitivo e fácil. Parece não exigir habilidade nenhuma do jogador. Sem falar que a sequência é pouco jogável. Ficamos mais tempo assistindo do que jogando em si e, com isso, alguns comandos aparecem repentinamente e acabamos por deixar de executá-los.</p>
<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3730" title="asuras-wrath-1" src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/asuras-wrath-1-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></a>Enfim, terminamos o primeiro capítulo disponível capítulo (a demo oferece dois) e partimos para o segundo na esperança de uma melhora. E até melhora um pouco, mas só um pouco. Agora somos apresentados a uma jogabilidade muito parecida (na verdade, uma cópia) a de <em>Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2</em>. A propósito, a <strong>CyberConnect2</strong> &#8211; estúdio responsável por <em>Asura&#8217;s</em> &#8211; é também a desenvolvedora dos jogos da franquia <em>Naruto</em>. Temos então uma luta que parece saída de algum episódio do anime DragonBall (não citei Naruto por nunca ter visto nenhum episódio rs). Cenas exageradas ao extremo que até são bem legais e chegam a empolgar, mas, mais uma vez, os QTE&#8217;s mal utilizados não nos dão a sensação de estarmos no comando do personagem. E nos momentos em que partimos para a luta corpo a corpo, mal dá para entender o que está se passando.</p>
<p>No fim das contas, até que curti bastante o exagero típico dos animes japoneses e fiquei curioso para conhecer a trama do revoltado Asura (ambos os capítulos terminam com um <em>To be continued</em>), mas sua jogabilidade &#8211; elemento primordial num game de ação &#8211; e a alta expectativa gerada (talvez tenha sido um erro de marketing, pois os trailers vinham vendendo o jogo como um <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hack_and_slash" target="_blank">Hack and Slash</a></em> e isso ele definitivamente não é) acabam por minar qualquer chance do surgimento de um sucessor para o general spartano Kratos. Uma pena. De qualquer modo, fique com o trailer que apresentou o Buda Galático.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/1PCDxS8uJFQ" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/noticias/3723/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Pele Que Habito: controverso e impecável</title>
		<link>http://olharleigo.com/reviews/3711</link>
		<comments>http://olharleigo.com/reviews/3711#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Banderas]]></category>
		<category><![CDATA[Elena Anaya]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Cornet]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa Paredes]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Almodóvar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3711</guid>
		<description><![CDATA[Pedro Almodóvar é um desses cineastas ditos autorais. Seus filmes, goste ou não, são bem característicos e facilmente reconhecidos. Seja pela temática, fotografia ou trilha sonora. Dito isto, A Pele que Habito é um autêntico Almodóvar. Não só pelas características citadas acima, mas também, e  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/pele-que-habito-3.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/pele-que-habito-3-300x202.jpg" alt="" title="pele-que-habito-3" width="300" height="202" class="alignleft size-medium wp-image-3712" /></a><strong>Pedro Almodóvar</strong> é um desses cineastas ditos autorais. Seus filmes, goste ou não, são bem característicos e facilmente reconhecidos. Seja pela temática, fotografia ou trilha sonora. Dito isto, <em>A Pele que Habito</em> é um autêntico Almodóvar. Não só pelas características citadas acima, mas também, e principalmente, por se tratar de uma obra prima cinematógráfica.<span id="more-3711"></span></p>
<p>O roteiro, também do diretor, acompanha um cirurgião plástico que, após a morte de sua esposa, fica obcecado pelo desenvolvimento de uma pele mais resistente e utiliza de meios nada éticos no processo. <strong>Almodóvar</strong> utiliza essa premissa para fazer uma análise sobre sexualidade (tema recorrente na filmografia do autor), individualidade  (o que nos define como indivíduo?) e a obsessão humana. Nessa empreitada, o longa poderá desagradar alguns espectadores desavisados, pois é forte e  corajoso, uma vez que o cineasta não faz concessão na montagem de sua obra. No entanto, é importante ressaltar que nada é gratuito e, artisticamente, tudo se justifica.</p>
<p>Apesar de forte e um tanto indigesto, o filme é, tecnicamente belíssimo. A direção de arte, mesmo mais comedida que o habitual, apresenta as características cores fortes &#8211; em particular, o vermelho. E está repleta de elementos que aos poucos vão ganhando significado, seja explícita (as inscrições na parede) ou implicitamente (o quadro disforme presente no quarto do personagem Robert).</p>
<p>O que falar então das fortes atuações de <strong>Banderas</strong> e <strong>Anaya</strong> (essa, utilizando em vários momentos apenas o olhar para transmitir o que sua personagem sente)? E a sensacional montagem que, entrecortando algumas sequências do passado com uma única cena envolvendo os protagonistas no presente, culmina numa fusão de imagens belíssima, graças ao seu significado, só explicado mais tarde.</p>
<p>Controverso e impecável, <em>A Pele que Habito</em> é uma obra corajosa que deixa o publico refletindo por  várias horas após o fim da projeção. A propósito, a cena final ainda nos presenteia com uma bizarra ironia digna de Almodóvar.</p>
<p><strong class="rating">Leigômetro:</strong>&nbsp;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong><br />
A Pele que Habito (La Piel que Habito, 2011)<br />
Direção: Pedro Almodóvar<br />
Com: Antônio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Jan Cornet</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/reviews/3711/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhar Leigo agora tem GAMES</title>
		<link>http://olharleigo.com/noticias/3680</link>
		<comments>http://olharleigo.com/noticias/3680#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Zé</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar Leigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://olharleigo.com/?p=3680</guid>
		<description><![CDATA[
Olá pessoal! O Olhar Leigo passou um tempo &#8220;adormecido&#8221; e está voltando com algumas novidades para levar mais informação aos nossos leitores e ouvintes (sim, o Leigocast está para voltar também). Alguns projetos ainda estão em fase de discussão e planejamento pela nossa equipe, mas uma das  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/games.jpg"><img src="http://olharleigo.com/wp-content/uploads/2012/01/games.jpg" alt="" title="games" width="614" height="120" class="alignleft size-full wp-image-3700" /></a><br />
Olá pessoal! O <strong>Olhar Leigo</strong> passou um tempo &#8220;adormecido&#8221; e está voltando com algumas novidades para levar mais informação aos nossos leitores e ouvintes (sim, o <strong>Leigocast</strong> está para voltar também). Alguns projetos ainda estão em fase de discussão e planejamento pela nossa equipe, mas uma das novidades você já pode conferir. Para começo de conversa, como vocês podem ver, o visual do OL está um pouco diferente. Ainda estamos ajustando, em busca de um visual mais simples e dinâmico. Pedimos inclusive o feedback de vocês. A outra novidade diz respeito a conteúdo: O <strong>Olhar Leigo</strong> agora falará também sobre GAMES!!!</p>
<p>Isso mesmo, além das novidades e reviews do mundo do cinema e das séries, agora essa turma de Leigos também falará sobre os mais variados jogos eletrônicos. Teremos artigos sobre algumas &#8220;polêmicas&#8221; envolvendo o mundo gamer e também faremos reviews dos jogos que tivermos o prazer (ou desprazer, rs) de jogar.</p>
<p>Para começar, confira o nosso primeiro texto: um <a href="http://olharleigo.com/reviews/3669">review sobre o game <em>Shank</em></a>. Como sempre, fique a vontade e continue acessando para conferir as novidades. Esperamos que goste.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://olharleigo.com/noticias/3680/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

